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dc.date.accessioned2015-02-04T13:29:01Z
dc.date.available2015-02-04T13:29:01Z
dc.date.issued2015-01-26
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/13287
dc.description.abstractApesar do ensino fundamental e do médio representarem grandes gargalos educacionais para o País, com baixos indicadores de qualidade e também de acesso, a proporção do orçamento da área reservada para a educação básica diminui ao longo dos anos do governo Dilma Rousseff (PT). Gastos com educação profissional e ensino superior avançaram no período, segundo análise do orçamento por função. No primeiro ano do governo, em 2011, as Transferências para Educação Básica (gastos com convênios com Estados e Prefeituras, por exemplo) representavam 23% do orçamento autorizado da educação. No ano passado, o porcentual passou a 15%. Os dados são da plataforma Mosaico, organizada pela FGV-DAPP.por
dc.language.isopor
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectQualidadepor
dc.subjectOrçamento federalpor
dc.subjectGastos públicospor
dc.subjectTransferênciaspor
dc.subjectMosaico Orçamentáriopor
dc.titleEducação básica perde participação nos gastos totaispor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataEducação - Brasilpor
dc.subject.bibliodataBrasil - Política e governopor


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