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dc.contributor.authorBezerra, Rogério Sobreira
dc.date.accessioned2015-02-04T13:28:28Z
dc.date.available2015-02-04T13:28:28Z
dc.date.issued2008-12
dc.identifier.citationSOBREIRA, Rogério. Development banks, risk and basle ii: some assessments. Cadernos EBAPE. BR, v. 6, n. 4, dez. 2008. Disponível em: <www.ebape.fgv.br/cadernosebape>. Acesso em: 1 jul. 2016.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/13283
dc.description.abstractThe implementation of the Basle II agreement in the financial markets of world economies has been seen as a significant advance in relation to the model enforced under the first agreement (Basle I). It is generally understood that the new agreement represents a substantial advance in relation to the first because it allows banks to better deal with the risks to which they are exposed. Nevertheless, when the application of these principles to development banks is considered it can be noted that certain inconsistencies exist, notably the fact that these institutions are typically public institutions - or at least strongly dependent on public funding - and they do not operate the payment system of the economy. Therefore, the application of the Basle rules to these institutions does not make sense. This means that Basle does not represent an appropriate set of recommendations for how these institutions should deal with their risks, whether because the proposed form of dealing with risks is inadequate, or because other relevant risks for these institutions are not covered by Basle I and II.eng
dc.description.abstractA implementação do Acordo de Basiléia II nos mercados financeiros das economias mundiais é visto como um avanço significativo em relação ao modelo implementado no primeiro acordo (Basiléia I). É comumente entendido que o novo acordo representa um avanço substancial em relação ao primeiro porque ele permite aos bancos lidar melhor com os riscos aos quais eles estão expostos. No entanto, quando se considera a aplicação desses princípios para bancos de desenvolvimento nota-se que certas inconsistências existem, notadamente o fato de que essas instituições são tipicamente instituições públicas - ou pelo menos fortemente dependentes de recursos públicos - e que não operam o sistema de pagamentos da economia. Portanto, a aplicação das regras de Basiléia para essas instituições não faz sentido. Isto significa que Basiléia não representa um conjunto apropriado de recomendações a respeito de como essas instituições deveriam lidar com seus riscos, seja porque a forma proposta de lidar com os riscos é inadequada, seja porque outros riscos relevantes para essas instituições não são cobertos por Basiléia I ou II.por
dc.language.isoeng
dc.subjectRiskeng
dc.subjectdevelopment bankspor
dc.subjectBasle IIpor
dc.subjectBancos de desenvolvimentopor
dc.subjectBasiléia IIpor
dc.subjectRiscopor
dc.titleDevelopment banks, risk and Basle II: some assessmentspor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataBancos de desenvolvimentopor
dc.subject.bibliodataCréditos - Avaliação de riscos - Estudo de casospor


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