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dc.contributor.authorDiniz, Eli
dc.contributor.authorBresser-Pereira, Luiz Carlos
dc.date.accessioned2013-04-01T13:32:17Z
dc.date.available2013-04-01T13:32:17Z
dc.date.issued2013-04-01
dc.identifier.siciTD 321
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/10673
dc.description.abstractOs empresários industriais e a burocracia pública formaram um pacto político que foi dominante no Brasil desde os anos 1930 até os anos 1980. O nacional-desenvolvimento era a estratégia de desenvolvimento que esse grupo adotou. Entretanto, o desastre econômico e político que o Plano Cruzado (1986) representou e a hegemonia mundial do neoliberalismo desde os anos 1980 foram determinantes na sua perda de poder desde o início dos anos 1990. Nessa década, a FIESP e o IEDI não foram capazes de apresentar um discurso alternativo ao discurso então dominante neoliberal. Entretanto, desde meados dos anos 2000, porém, existem sinais de que os empresários industriais estão reorganizando seu discurso e que uma coalizão de classes desenvolvimentista está em formação. O Brasil não conta ainda com um Estado desenvolvimentista em sentido forte, mas está se movendo nessa direção.por
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesTextos para discussão EESP;TD 321por
dc.subjectIndustrializaçãopor
dc.subjectEmpresáriospor
dc.subjectCoalizão políticapor
dc.subjectNacionalismopor
dc.subjectNeoliberalismopor
dc.titleOs empresários industriais brasileiros depois do fim da hegemonia neoliberalpor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor


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