| dc.contributor.advisor | Douat, João Carlos | |
| dc.contributor.author | Ikegawa, Marcelo Martins | |
| dc.date.accessioned | 2013-01-14T16:53:33Z | |
| dc.date.available | 2013-01-14T16:53:33Z | |
| dc.date.issued | 2012-12-14 | |
| dc.identifier.citation | IKEGAWA, Marcelo Martins. Utilização de derivativos em empresas não-financeiras de capital aberto no Brasil nos diversos setores econômicos. Dissertação (Mestrado Profissional em Administração de Empresas) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2012. | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10438/10381 | |
| dc.description.abstract | Este trabalho analisa o uso de derivativos por empresas não-financeiras listadas em bolsa no Brasil no ano de 2011. É um estudo baseado nas informações divulgadas pelas empresas a partir da publicação da Instrução CVM 475 de 2008, que determina que as mesmas tragam em notas explicativas, no momento de sua divulgação de resultados, a utilização de derivativos no respectivo exercício. Procurou-se abordar neste trabalho as diferenças no uso de derivativos entre os diversos setores econômicos de atuação das empresas, relacionando tais diferenças a fatores como tamanho das empresas, diferença na volatilidade dos papéis das empresas, endividamento em moeda estrangeira e nacional, as classes de risco gerenciadas e a preocupação dos gestores em explicitar a função não-especulativa destes instrumentos, quando fosse o caso. A análise abrangeu trezentas e sessenta e uma empresas divididas em nove setores econômicos. As informações analisadas foram coletadas diretamente das notas explicativas do exercício de 2011 de cada uma das empresas e de levantamentos realizados na ferramenta Economatica. Como resultados, esta pesquisa mostra que o setor econômico e o tamanho médio das empresas são informações importantes para a análise do uso de derivativos. Não foram encontradas evidências quando a hipótese de haver diferenças nas classes de risco gerenciadas através destes instrumentos financeiros por setor econômico foi testada, nem o nível de endividamento e a volatilidade dos papéis parecem se relacionar com o maior uso de derivativos. Já em relação à preocupação das empresas com o disclosure sobre especulação, verificou-se que a maior parte das empresas analisadas fizeram referências explícitas de não usarem derivativos com esta finalidade. | por |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Derivativos | por |
| dc.subject | Gestão de risco | por |
| dc.subject | Setores econômicos | por |
| dc.subject | Empresas listadas em bolsa | por |
| dc.title | Utilização de derivativos em empresas não-financeiras de capital aberto no Brasil nos diversos setores econômicos | por |
| dc.type | Dissertation | eng |
| dc.subject.area | Administração de empresas | por |
| dc.contributor.unidadefgv | Escolas::EAESP | por |
| dc.subject.bibliodata | Empresas - Brasil | por |
| dc.subject.bibliodata | Administração de risco | por |
| dc.subject.bibliodata | Derivativos (Finanças) | por |
| dc.subject.bibliodata | Mercado de capitais - Brasil | por |
| dc.contributor.member | Rochman, Ricardo Ratner | |
| dc.contributor.member | Sheng, Hsia Hua | |