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dc.contributor.authorSallum, Elvia Mureb
dc.contributor.authorBarbosa, Fernando de Holanda
dc.date.accessioned2008-05-13T15:46:11Z
dc.date.accessioned2010-09-23T18:58:13Z
dc.date.available2008-05-13T15:46:11Z
dc.date.available2010-09-23T18:58:13Z
dc.date.issued2001-01-01
dc.identifier.issn0104-8910
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/1000
dc.description.abstractEste trabalho apresenta uma teoria da hiperinflação na qual não há necessidade de apelar-se para hipóteses casuísticas, como expectativas adaptativas, ajustamento parcial no mercado monetário ou profecias que se autorealizam. O modelo tem um agente representativo com vida infinita que aloca seus recursos de sorte a maximizar o bem estar, todos os mercados estão em equilíbrio, o banco central financia o déficit público e a moeda é essencial. A hiperinflação ocorre porque a restrição intertemporal do governo não é satisfeita. O arcabouço teórico produz algumas conclusões sobre a duração da hiperinflação, e sobre outras características deste processo, nem sempre em concordância com a sabedoria convencional. O artigo também analisa como o fenômeno da substituição da moeda, um fato estilizado das experiências hiperinflacionárias, pode afetar a essencialidade da moeda, um ingrediente básico do modelo.por
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getulio Vargas. Escola de Pós-graduação em Economiapor
dc.relation.ispartofseriesEnsaios Econômicos;409por
dc.subjectInflation (Finance)eng
dc.subjectMonetary policyeng
dc.subjectInflationary taxeng
dc.subjectHiperinflaçãopor
dc.subjectImposto inflacionáriopor
dc.subjectPolítica monetáriapor
dc.titleHiperinflação: um arcabouço teóricopor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataInflaçãopor
dc.contributor.affiliationFGV


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