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<title>FGV EBAPE - Centro de Estudos em Estratégia, Competitividade e Inovação / RP</title>
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<id>https://hdl.handle.net/10438/15011</id>
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para indústrias selecionadas relacionadas a recursos naturais no Brasil</title>
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<updated>2021-04-05T15:14:53Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para indústrias selecionadas relacionadas a recursos naturais no Brasil
Pinheiro, Maurício Canêdo; Figueiredo, Paulo N.; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Perin, Fernanda; Wegner, Rubia
O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capa­cidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil. O projeto examinou cinco indústrias relacionadas a recursos naturais – mineração, papel e celu­lose, petróleo e gás, siderurgia e sucroenergética.
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Petróleo e Gás</title>
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<updated>2021-04-05T15:12:13Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Petróleo e Gás
Pinheiro, Maurício Canêdo; Figueiredo, Paulo N.; Perin, Fernanda; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia
O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capacidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. A indústria tem um importante papel de viabilizar um ritmo adequado de crescimento econômico por ser indutora e difusora de inovações tecnológicas, ter crescimento da produtividade superior ao dos outros setores e ser demandante de recursos humanos qualificados que têm efeitos multiplicadores na economia. Além disso, sendo o setor intermediário, tem a capacidade de proporcionar o encadeamento produtivo. Portanto, o fortalecimento da capacidade tecnológica da indústria brasileira é uma das condições necessárias ao crescimento econômico do país. Buscando contribuir para o aumento de competitividade da indústria brasileira, este documento, integrante de um projeto de pesquisa mais amplo3, objetiva examinar como as ACT inovadoras, em nível de empresas e setores industriais, pode contribuir para fortalecer a competitividade industrial do país.
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Mineração</title>
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<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Mineração
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capacidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, que examinou alguns setores industriais, entre eles o de mineração.
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Siderurgia</title>
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<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Siderurgia
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Perin, Fernanda
O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capacidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, que examinou alguns setores industriais, entre eles o de siderurgia.
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a indústria brasileira da indústria sucroenergética</title>
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<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a indústria brasileira da indústria sucroenergética
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da acumulação de capacidades tecnológicas para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria2. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, que examinou alguns setores industriais, entre eles o sucroenergético.
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a indústria brasileira de celulose e papel</title>
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<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a indústria brasileira de celulose e papel
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da acumulação de capacidades tecnológicas para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria2. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, projeto este que examinou alguns setores industriais, entre eles o de celulose e papel.
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria siderúrgica</title>
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<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria siderúrgica
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Perin, Fernanda
Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Instituto Brasileiro de Economia / Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Faculdade de Ciências Econômicas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria de mineração</title>
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<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria de mineração
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
Os resultados da análise empírica da indústria de mineração brasileira são apresentados neste documento do projeto de pesquisa intitulado “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais”. Neste estudo, o objetivo foi analisar como a acumulação de capacidades tecnológicas em nível de empresas produtoras da indústria de mineração contribuiu para o fortalecimento da competitividade industrial do Brasil, no período de 2003 a 2014. A pesquisa contou com evidências primárias obtidas por meio de entrevistas e aplicação de questionários a diretores e gestores de empresas produtoras e da realização de um workshop com vários agentes da indústria (empresários, fornecedores, consultores, pesquisadores de institutos de pesquisa e universidades e representantes de órgãos governamentais). Os questionários enviados classificam-se em três conjuntos de informações/dados que buscaram captar das empresas produtoras, quais sejam: (i) atividades tecnológicas executadas pelas empresas nas áreas de pesquisa e prospecção, lavra e processamento mineral, de modo a mensurar sua acumulação de capacidades tecnológicas na escala de níveis de capacidade inovadora utilizada; (ii) caracterização e desempenho competitivo das empresas, para a mensuração de variáveis de desempenho competitivo, que foi avaliado em termos de produtividade do trabalho e proporção das receitas obtidas com exportação; (iii) questionários de mecanismos de aprendizagem intra e interorganizacionais (internos e externos, respectivamente), os quais buscaram mensurar os tipos de mecanismo utilizados pelas empresas, tipos de parceria e tipos distintos de resultado que pudessem influenciar a acumulação de níveis de capacidade tecnológica. Os procedimentos da pesquisa pautaram-se em uma análise qualitativa e outra estatística, por meio da utilização de inferências estatísticas na busca por correlações e possíveis causalidades entre as variáveis das três etapas de análise. Os principais resultados apontam para a variabilidade das empresas produtoras da indústria de mineração na acumulação de capacidades tecnológicas. Essa variabilidade foi também observada entre as áreas tecnológicas; por exemplo, na área de pesquisa e prospecção, houve empresas que estavam em capacidade de produção e passaram à capacidade inovadora básica; nas áreas de lavra, não foram registradas empresas em capacidade de produção; e, em processamento mineral, partiram de capacidade inovadora intermediária. Os mecanismos interorganizacionais de aprendizagem foram as fontes que melhor explicaram essa variabilidade, isto é, quanto mais capacidades tecnológicas as empresas acumularam, maior foi sua frequência de uso desses mecanismos, bem como a frequência de resultados de maior complexidade tecnológica gerados. Os resultados mostram, ainda, que acumular mais capacidades tecnológicas em processamento mineral representa maior produtividade no trabalho para as empresas produtoras, assim como maiores proporções de receitas obtidas com exportações.
Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Instituto Brasileiro de Economia / Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Faculdade de Ciências Econômicas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas // Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas
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<title>Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria de celulose e papel</title>
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<summary type="text">Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria de celulose e papel
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
Este documento refere-se aos resultados da análise empírica da indústria de celulose e papel no Brasil, que integra um dos setores industriais do projeto de pesquisa intitulado “Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: análise empírica e recomendações práticas para políticas públicas e estratégias empresariais”, cujo objetivo é examinar como a acumulação de capacidades tecnológicas inovadoras, em nível de empresas e setores industriais, pode contribuir para fortalecer a competitividade industrial do país. A escolha da indústria de celulose e papel justifica-se pela sua importância comercial e tecnológica na indústria brasileira. Do ponto de vista comercial, o Brasil é atualmente um dos maiores produtores de celulose e papel e o maior exportador de celulose do mundo. Do ponto de vista tecnológico, a mesma indústria tem apresentado novas oportunidades de inovação e diversificação, como, por exemplo, em energia renovável, biotecnologia e nanotecnologia. A pesquisa contou com evidências primárias obtidas por meio de entrevistas e aplicação de questionários a diretores e gestores de empresas produtoras de celulose e papel e da realização de um workshop com vários agentes da indústria (empresários, fornecedores, consultores, pesquisadores de institutos de pesquisa e universidades e representantes de órgãos governamentais). Foram analisadas evidências qualitativas e quantitativas mediante testes estatísticos, ao longo de 2003 a 2014. A pesquisa contou com a adesão de 15 empresas de celulose e papel, que representaram, aproximadamente, 76% da produção de celulose e 50% da produção de papel no Brasil em 2014. Foram identificadas pela pesquisa significativas diferenças entre as empresas dessa indústria no Brasil. Mais especificamente, foram encontradas diferenças não só entre as empresas, mas também dentro delas (em relação às suas áreas tecnológicas florestal e industrial). Ainda, as empresas brasileiras do ramo apresentaram níveis e padrões altos de capacidade tecnológica na área florestal, traduzido, principalmente, pelo seu avanço em tecnologias florestais de melhoramento genético e produtividade do eucalipto. No entanto, tal fato ainda não influenciou, de forma mais contundente, uma busca por novas oportunidades tecnológicas industriais e de diversificação para além da venda da commodity celulose e de novos tipos de papel. Os resultados da pesquisa também sugerem que as diferenças entre as empresas pesquisadas em termos de acumulação de capacidades tecnológicas fizeram-se valer a partir de diversas fontes de mecanismos de aprendizagem intra e interorganizacionais. Por exemplo, empresas pertencentes a um padrão mais elevado de capacidades tecnológicas apresentaram mais do que o dobro da incidência de parcerias com universidades e institutos de pesquisa, fornecedores e consultores do que empresas de padrão menos elevado de capacidades tecnológicas. Essas parcerias envolveram interações não apenas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D), como também de menor complexidade tecnológica, como assistência técnica e treinamento técnico com parceiros. Por fim, as evidências revelam que empresas pertencentes a padrões mais elevados de capacidades tecnológicas apresentaram medidas maiores de desempenho competitivo, como produtividade do trabalho e inserção internacional. Esses resultados contribuem para a análise da relação entre inovação e crescimento econômico e inspiram recomendações práticas para os agentes da indústria de celulose e papel e para formulação de políticas públicas destinadas ao fortalecimento da competitividade no Brasil. Destaca-se, sobretudo, a necessidade de formação e fortalecimento de uma perspectiva sistêmica e colaborativa de inovação que apoie a indústria de celulose e papel, em que as empresas estabeleçam vínculos contínuos com os demais agentes do sistema. Esta é uma fonte fundamental para a evolução e sustentação de capacidades tecnológicas e seu consequente desempenho competitivo.
Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas Fundação Getulio Vargas. Instituto Brasileiro de Economia / Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Faculdade de Ciências Econômicas Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas Fundação Getulio Vargas. Escola de Administração Pública e de Empresas
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<title>Competitividade industrial brasileira e o papel das capacidades tecnológicas inovadoras: a necessidade de uma investigação criativa</title>
<link href="https://hdl.handle.net/10438/19446" rel="alternate"/>
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<published>2016-03-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Competitividade industrial brasileira e o papel das capacidades tecnológicas inovadoras: a necessidade de uma investigação criativa
Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo
Este documento objetiva apresentar alguns dos principais aspectos da abordagem, do desenho dos métodos do projeto de pesquisa intitulado: “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais.”
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