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dc.contributor.advisorFarah, Marta Ferreira Santos
dc.contributor.authorGarcia, Daniel Bruno
dc.date.accessioned2011-05-26T18:54:25Z
dc.date.available2011-05-26T18:54:25Z
dc.date.issued2011-02-22
dc.identifier.citationGARCIA, Daniel Bruno. Bancos comunitários de desenvolvimento: um estudo sobre a implementação dos bancos comunitários ligados ao movimento de moradia no município de São Paulo. Dissertação (Mestrado em Administração Pública e Governo) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2011.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/8223
dc.description.abstractThis study examines three community development banks (BCDs) from São Paulo, linked to the housing movement in its first months of existence (from June 2009 to December 2011) and it was based on the perspective of the actors involved . A process of dissemination of community banks has began since 2004, led by leaders of the first institution of its kind in the country, the Banco Palmas, founded in 1998, in Fortaleza (CE), and by the National Solidarity Economy (SENAES ). There are few studies on community banks and a few scattered about the contingencies during the process of adoption of these banks. This paper aims to address this gap. The paper concludes that in the case of three community banks in São Paulo, linked to the housing movement, there are contingencies in two levels of implementation. The first one is characterized by the relations between the coordinators of community associations of construction, which support the bank managers, credit analysts and bank tellers, and residents of housing estates where banks are entered. The contingencies at this level of implementation are: the conflict between the community association building’s agenda and the community bank’s agenda, the conduct of activities by workers and managers of banks whose focus is not the community bank and the work intensity of the credit agent. At the second level of implementation, characterized by the relation between the actors that induce the adoption of community banks and coordinators of community association, managers, credit analysts and bank tellers, we have identified the following contingencies: a number of existing obstacles to the manager network of correspondents and the set of obstacles generated by problems occurring in the model of vertical induction. The strategies adopted by banks studied to counter such contingencies has been the pursuit of a partnership with an institution geographically closest (that partnership has not consolidated by the end of the period analyzed), obtaining resources and managing the network of correspondent, for one hand, and waiting for additional resources, based on the model of vertical induction, for other hand.eng
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objetivo analisar três bancos comunitários de desenvolvimento (BCDs) paulistanos, ligados ao movimento de moradia, em seus primeiros meses de existência (de junho de 2009 a dezembro de 2011), tendo-se por base a perspectiva dos atores envolvidos. A partir de 2004, iniciou-se um processo de disseminação dos bancos comunitários conduzidos pelas lideranças criadoras da primeira instituição desse tipo no país, o Banco Palmas, fundado em 1998, em Fortaleza (CE), e pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). Existem poucos estudos sobre os bancos comunitários disseminados e poucas informações sobre as contingências existentes no processo de adoção desses bancos. O presente trabalho pretende contribuir suprindo essa lacuna. O trabalho conclui que, no caso dos três bancos comunitários paulistanos, ligados ao movimento de moradia, há contingências em dois níveis de implementação. O primeiro nível é caracterizado pela relação entre os coordenadores de associações comunitárias de construção, as quais dão suporte ao banco, os gerentes, os analistas de crédito e os caixas dos bancos, e os moradores dos conjuntos habitacionais onde os bancos estão inseridos. Nesse nível de implementação as contingências são: o confronto entre a agenda da associação comunitária de construção e do banco comunitário, a realização de atividades pelos trabalhadores e gerentes dos bancos cujo foco não é o banco comunitário e a intensidade do trabalho do agente de crédito. No segundo nível de implementação, caracterizado pela relação entre as ações indutoras da adoção dos bancos comunitários e os coordenadores de associação, os gerentes, analistas de crédito e caixas dos bancos, foram identificadas as seguintes contingências: o conjunto de obstáculos existente com o gestor da rede de correspondentes e o conjunto de obstáculos gerados por problemas ocorridos no modelo de indução vertical. As estratégias adotadas pelos bancos estudados para contraporem-se a tais contingências referem-se à busca de parcerias com uma instituição geograficamente mais próxima, parceria esta não consolidada até o fim do período analisado, para obtenção de recursos e gerenciamento da rede de correspondente, e à espera por recursos adicionais, baseado no modelo de indução vertical.por
dc.language.isopor
dc.subjectInclusão financeirapor
dc.subjectBancos comunitários de desenvolvimentopor
dc.subjectMovimento de moradia do município de São Paulopor
dc.titleBancos comunitários de desenvolvimento: um estudo sobre a implementação dos bancos comunitários ligados ao movimento de moradia no município de São Paulopor
dc.typeDissertationeng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataBancos comunitáriospor
dc.subject.bibliodataBancos comunitários - São Paulo (SP)por
dc.subject.bibliodataHabitação - Aspectos sociais - São Paulo (SP)por


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