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dc.contributor.authorCostilla, Hessia Guillermo
dc.contributor.authorNeri, Marcelo Côrtes
dc.contributor.authorCarvalho, Alexandre
dc.date.accessioned2008-05-13T15:25:42Z
dc.date.accessioned2010-09-23T18:58:20Z
dc.date.available2008-05-13T15:25:42Z
dc.date.available2010-09-23T18:58:20Z
dc.date.issued2002-11-01
dc.identifier.issn0104-8910
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/518
dc.description.abstractSegundo a ONU há cerca de 500 milhões de deficientes no mundo e 80% vivem em países em desenvolvimento. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que no Brasil existem 16 milhões de pessoas portadoras de deficiência, representando 10% da população. Já os dados do Censo 2000 nos informam que existem 24,5 milhões de portadores de deficiência no país. É importante frisar a importância desse número que corresponde a 14,5% da população brasileira, um número bastante superior aos levantamentos anteriores, onde se observava uma incidência de menos de 2%. Isto não ocorre porque tenha necessariamente aumentado a incidência de deficiências, mas pela melhora dos instrumentos de coleta de informações que seguem as recomendações da OMS. Esta análise refere-se às pessoas portadoras de deficiência bem sucedidas em termos profissionais, aqui entendida como aqueles que conseguem um posto no mercado formal de trabalho. Essa questão nos remete às políticas públicas existentes, que visam garantir um lugar no mercado de trabalho para as pessoas com deficiência. O primeiro ponto é que a média nacional de empregabilidade de PPDs é muito baixa, 2,05%, pouco acima da cota mínima exigida por lei. Apenas 5 estados possuem uma proporção de PPDS empregados no mercado de trabalho superior ao piso de 2%. Estes resultados revelam um alto grau de descumprimento da lei pelas empresas, a existência de um amplo espaço para o aumento da efetividade da lei, e a necessidade de diminuir a perda de eficiência econômica e aumentar a eficácia de políticas voltadas à inclusão social das PPDs.por
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getulio Vargaspor
dc.relation.ispartofseriesEnsaios Econômicos;462por
dc.titlePolítica de cotas e inclusão trabalhista das pessoas com deficiênciapor
dc.typeWorking Papereng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor
dc.subject.bibliodataDeficientes físicos - Empregopor
dc.subject.bibliodataDireito do trabalhopor
dc.contributor.affiliationFGV


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