Conflict arbitration with alliances
Abstract
Este artigo analiza o possível papel da formação de alianças como uma ferramenta para a prevenção de conflitos. Considera-se um ambiente com tipos binários onde três jogadores disputam um montante de tamanho 1, mas nenhum jogador conhece o tipo do outro. Uma terceira parte não-viesada para qualquer jogador, com poder de comprometimento e de forçar suas decisões desenha um protocolo de arbitragem que minimiza a probabilidade de confronto. Mostra-se que, sob certas circunstâncias, alianças não ajudam o árbitro a diminuir a probabilidade de conflito, mas, por meio de simulações, explicita-se situações onde elas podem ser úteis. This paper analyzes the possible role of the formation of alliances as a tool to conflict prevention. We consider an environment with binary types where three players contest a pie of size 1, but no player knows each other’s type. An unbiased third party with commitment and enforcement power designs an arbitration protocol that minimizes the probability of engagement. We show that under some circumstances alliances do not allow the arbitrator to decrease the occurrence of conflict, but, through simulation exercises, we provide examples where they could indeed be useful.


