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dc.contributor.authorChambriard, Magda Maria de Regina
dc.date.accessioned2021-07-02T00:42:56Z
dc.date.available2021-07-02T00:42:56Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/30792
dc.description.abstractContinuando a mencionar o otimismo moderado que cerca a indústria do petróleo, segue como vemos a Petrobras no próximo quinquênio. Otimismo moderado foi o termo escolhido para simbolizar a cautela necessária para ser resiliente a um cenário de preços de petróleo de 3 dígitos até 2014, que permitiu a exploração do pré-sal, despencou até atingir menos de US$ 30/barril no início de 2016, recuperou-se até US$ 81/barril no mercado spot em outubro de 2018 e de lá para cá encontra-se em trajetória de queda: US$ 60/barril em outubro de 2019 e US$ 50/barril no final de fevereiro de 2020. Atenta a essa oscilação, a Petrobras voltou a falar em seu plano de negócios 2020-2024 acerca de um cenário de robustez a US$ 50/barril. Isso significa que seus projetos de E&P serão robustos o suficiente para enfrentar momentos mais críticos do preço do petróleo no mercado internacional. Considerando o cenário atual, a decisão se mostrou mais do que acertada, corroborando a tese apresentada na nossa análise de que a empresa está pronta para entregar o que se comprometeu no próximo quinquênio.por
dc.language.isopor
dc.publisherFGV Energiapor
dc.subjectPetróleopor
dc.titleA Petrobras no próximo quinquêniopor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::FGV Energiapor
dc.subject.bibliodataPETROBRASpor
dc.subject.bibliodataPetróleopor


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