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dc.contributor.authorGaspar, Walter Britto
dc.contributor.authorMendonça, Yasmin Curzi de
dc.date.accessioned2021-05-11T21:25:56Z
dc.date.available2021-05-11T21:25:56Z
dc.date.issued2021
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/30500
dc.description.abstractQuem tome o tempo de ler a recém-publicada Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA) poderá terminar a leitura sem uma ideia muito concreta de qual é, de fato, a estratégia. O documento descreve, em cerca de cinquenta páginas, algumas considerações genéricas sobre a implementação da IA em diversos setores, mas sem nunca mergulhar profundamente em questões de planejamento que seriam básicas para uma estratégia bem-sucedida. Muitas perguntas permanecem sem resposta, fazendo o documento tomar feições mais de uma carta de intenções do que de um planejamento pragmático. Abordaremos a seguir algumas dessas questões, tratando de como a EBIA i) não identifica os atores responsáveis pela governança, deixando de seguir o exemplo de outros documentos estratégicos já produzidos pelo Executivo; ii) não especifica indicadores mensuráveis de referência; iii) tem caráter demasiadamente genérico; iv) não aproveita suficientemente a expertise das contribuições ofertadas na consulta pública; v) não aprofunda os métodos disponíveis para prover transparência e explicabilidade aos sistemas de IA; e vi) incorpora de forma acrítica as pesquisas sobre o uso de IA na Segurança Pública.por
dc.language.isopor
dc.subjectInteligência artificialpor
dc.subjectEstratégiapor
dc.subjectCentro de Tecnologia e Sociedadepor
dc.titleA Inteligência artificial no Brasil ainda precisa de uma estratégiapor
dc.typeReporteng
dc.subject.areaDireitopor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::DIREITO RIOpor
dc.subject.bibliodataInteligência artificial - Brasilpor
dc.subject.bibliodataInteligência computacional - Brasilpor


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