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dc.contributor.advisorSerigati, Felippe Cauê
dc.contributor.authorCarvalho, Luciana de
dc.date.accessioned2021-05-04T23:24:18Z
dc.date.available2021-05-04T23:24:18Z
dc.date.issued2021-04-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/30444
dc.description.abstractA Peste Suína Africana (PSA) é uma epidemia que tem efeito adverso no plantel de porcos e tem impactado significativamente a produção de carne suína na China, onde a doença foi identificada em agosto de 2018. Dado que a China é o maior produtor e consumidor de carne suína do mundo, tal episódio tem estimulado a importação de proteína animal pelo país asiático e transformado as negociações internacionais pelo mundo. O Brasil está entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo e, por se beneficiar com o cenário de menores estoques de porco na China, tem batido recordes de exportação. Em 2020, os volumes de carne bovina exportados somaram 1,7 milhão de toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, um aumento de 10% comprado ao ano de 2019, quando as exportações de carne bovina já haviam apresentado recorde histórico. Dentro desse contexto, o objetivo desse estudo é estimar o efeito da recuperação dos estoques de porco na China nas exportações de carne bovina brasileira à frente. Para isso, foram identificadas as variáveis independentes mais satisfatórias e consideradas estatisticamente significativas: (i) estoque de porco na China, (ii) abate de bovinos no Brasil e (iii) dólar, as quais tem impactado as exportações brasileiras (variável dependente). Adicionalmente, foram realizados testes por meio de modelo de regressão múltipla, aplicado no Gretl, e traçados três diferentes cenários que tiveram os seguintes resultados: (i) no cenário base, considerando um aumento de 30% nos estoques de porco na China, uma redução de 4% nos abate de bovinos no Brasil e o dólar a R$ 5,0, as exportações de carne bovina brasileira reduziriam em média 27,84%; (ii) no cenário adverso, considerando um aumento de 40% nos estoques de porco na China, uma redução de 6% nos abate de bovinos no Brasil e o dólar a R$ 4,5, as exportações de carne bovina brasileira reduziriam em média 35,91%; e (iii) no cenário otimista, considerando um aumento de 20% nos estoques de porco na China, uma redução de 2% nos abate de bovinos no Brasil e o dólar a R$ 5,5, as exportações de carne bovina brasileira reduziriam em média 19,84%.por
dc.description.abstractAfrican Swine Fever (ASF) is an epidemic that has an adverse effect on the pig herd and has significantly impacted pork production in China, where the disease was identified in August 2018. Since China is the largest producer and consumer of pork in the world, this episode has stimulated the import of animal protein by the Asian country and transformed international negotiations around the world. Brazil is among the largest beef producers and exporters in the world and, because it benefits from the scenario of lower pork stocks in China, it has broken export records. In 2020, the volumes of beef exported totaled 1.7 million tons of fresh, chilled or frozen beef, an increase of 10% compared to 2019, when beef exports had already set a historical record. Within this context, the objective of this study is to estimate the effect of the recovery of pork stocks in China on Brazilian beef exports ahead. For this, the most satisfactory independent variables were identified and considered statistically significant: (i) pork stock in China, (ii) slaughter of beef in Brazil and (iii) dollar, which have impacted Brazilian exports (dependent variable). In addition, tests were carried out using the multiple regression model, applied in Gretl, and three different scenarios were drawn up that had the following results: (i) in the base scenario, considering a 30% increase in pork stocks in China, a reduction from 4% in cattle slaughter in Brazil and dollar at R$ 5.0, Brazilian beef exports would reduce on average 27.84%; (ii) in the adverse scenario, considering a 40% increase in pork stocks in China, a 6% reduction in cattle slaughter in Brazil and dollar at R$ 4.5, Brazilian beef exports would reduce on average 35.91%; and (iii) in the optimistic scenario, considering a 20% increase in pork stocks in China, a 2% reduction in cattle slaughter in Brazil and dollar at R$ 5.5, Brazilian beef exports would decrease on average 19.84%.eng
dc.language.isopor
dc.subjectPeste suína africana (PSA)por
dc.subjectDemanda de proteína animal chinesapor
dc.subjectExportações de carne bovina brasileirapor
dc.subjectCenários e projeçõespor
dc.subjectAfrican swine fever (ASF)eng
dc.subjectChinese demand for animal proteineng
dc.subjectBrazilian beef exportseng
dc.subjectScenarios and forecastseng
dc.titleImpacto da peste suína africana nas exportações de carne bovina brasileirapor
dc.typeDissertationeng
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataPeste suina africanapor
dc.subject.bibliodataCarne bovina - Exportação - Brasilpor
dc.subject.bibliodataAgroindústriapor
dc.subject.bibliodataBrasil - Comércio exteriorpor
dc.subject.bibliodataConcorrência internacionalpor
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.contributor.memberRodrigues, Luciano
dc.contributor.memberLemos, Fernanda Kesrouani


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