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dc.contributor.authorSoares, Rossieli
dc.contributor.authorRodrigues, Jerônimo
dc.contributor.authorRamos, Mozart Neves
dc.contributor.authorHenriques, Ricardo
dc.contributor.authorPereira, Nalanda
dc.contributor.authorInoue, Ana
dc.date.accessioned2020-09-01T12:55:04Z
dc.date.available2020-09-01T12:55:04Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/29639
dc.description.abstractNum ano especialíssimo para a educação como este 2020, em que as aulas presenciais estiveram suspensas por mais de seis meses e em que os estudantes das escolas públicas brasileiras tiveram de recorrer à internet para poder estudar, uma população foi especialmente atingida: os formandos do ensino médio. Num momento em que deveriam estar se preparando, ainda com mais afinco do que anteriormente, para enfrentar o Enem e ingressar na universidade ou no mercado do trabalho, eles se viram sem professores, sem aulas, sem uma orientação sistemática. Como resgatar esse período perdido? Como recuperar, até a formatura, todos esses meses sem receber uma educação de qualidade? Como conseguir passar no Enem sem ter aulas? Como conseguir um emprego tendo concluído o segundo grau com uma enorme lacuna na aquisição de conhecimentos, competências e habilidades? Neste webinário, os secretários de educação dos estados de São Paulo, Rossieli Soares, e da Bahia, Jerônimo Rodrigues, os professores Mozart Neves Ramos, membro do Conselho Nacional de Educação e docente do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo-Polo Ribeirão Preto, Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, e a estudante Nalanda Pereira, do Instituto de Educação de Minas Gerais, com mediação da superintendente de educação e trabalho da Fundação Itaú para Educação e Cultura, Ana Inoue, discutem as perspectivas para os concluintes do ensino médio diante da pandemia. Uma certeza todos já têm: será grande o aumento do abandono escolar, o que vai exigir dos gestores educacionais uma forte busca ativa para que esses alunos não sejam deixados para trás. Nesse esforço, será importante mostrar ao jovem que, fora da escola, ele terá ainda mais dificuldade para entrar e ser bem sucedido no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, é necessário que os governos desenvolvam uma estratégia de geração de emprego e renda para que o estudante que está concluindo o ensino médio possa fazer parte da cadeia produtiva do país. A criação de uma política de acesso ao mundo do trabalho para esse jovem é urgente para impedir que ele entre para a categoria dos “nem-nem”, ou seja, daqueles que nem estudam, nem trabalham. Exatamente porque a recuperação da aprendizagem será mais difícil para esses alunos, o governo paulista decidiu criar um 4º ano do ensino médio, a partir de 2021, para atender aqueles que se formarem em 2020. Nesta nova série, eles poderão se aprofundar em disciplinas em que tenham mais interesse ou naquelas em que se sintam mais defasados ou com mais dificuldades. Esta parece ser uma boa solução para minimizar os prejuízos causados pela pandemia a esta população.por
dc.language.isopor
dc.subjectEnsino médiopor
dc.subjectPandemiapor
dc.titlePerspectivas dos concluintes do ensino médio no contexto da pandemiapor
dc.typeVideoeng
dc.subject.areaEducaçãopor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DGPEpor
dc.subject.bibliodataEnsino médio - Brasilpor
dc.subject.bibliodataCOVID-19 (Doença)por
dc.subject.bibliodataCoranavíruspor


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