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dc.contributor.authorCampanher, Dutra, Joísa
dc.contributor.authorParente, Ana Tereza Marques
dc.contributor.authorSmiderle, Juliana Jerônimo
dc.contributor.authorCapodeferro, Morganna Werneck
dc.date.accessioned2019-08-26T19:56:41Z
dc.date.available2019-08-26T19:56:41Z
dc.date.issued2019-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/27940
dc.description.abstractJá é de conhecimento de todos que a situação do saneamento básico no Brasil não condiz com o grau de desenvolvimento do país. Diferentemente dos serviços de eletricidade e telecomunicações, que são praticamente universalizados, cerca de 35 milhões de brasileiros ainda não tem acesso à rede de abastecimento de água e 100 milhões carecem de rede coletora de esgotos. Analisando historicamente o setor, observa-se que, tanto a prestação dos serviços, como os investimentos, são majoritariamente públicos. Em um cenário de corte de gastos e crise fiscal, dificilmente a meta de universalização dos serviços em 2033 será alcançada, considerando-se a maneira como o setor está organizado atualmente. Visando endereçar os entraves ao desenvolvimento do saneamento, o governo do Presidente Temer editou a Medida Provisória 868 de 2018, que altera o marco legal setorial.por
dc.language.isopor
dc.publisherFGV Ceripor
dc.subjectSaneamento - Brasilpor
dc.titleReformulação do marco legal do saneamento no Brasil - Maio 2019por
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::CERIpor
dc.subject.bibliodataSaneamentopor
dc.subject.bibliodataSaneamento - Brasilpor
dc.subject.bibliodataSaneamento - Legislaçãopor


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