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dc.contributor.authorCyrino, Álvaro Bruno
dc.contributor.authorOliveira Junior, Moacir de Miranda
dc.date.accessioned2019-02-28T14:49:44Z
dc.date.available2019-02-28T14:49:44Z
dc.date.issued2003-10-03
dc.identifier.issn1806-8979
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/26684
dc.description.abstractA maior parte das grandes empresas brasileiras engatinha nos mercados globais. Mais de um quarto delas atua apenas no mercado interno; mais da metade compete em outros países apenas com exportações – fase que envolve menor comprometimento de recursos e está sujeita a menores riscos. O “custo Brasil” e o tamanho do mercado interno são apontados como as principais barreiras à internacionalização. Esses dados constam de uma pesquisa realizada com apoio da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. A seguir, discutimos os resultados – por vezes surpreendentes – dessa investigação.por
dc.language.isopor
dc.publisherRAE Publicações
dc.relation.ispartofseriesGV-executivo; v. 1, n. 2 (2003): nov.2002-jan.2003; 47-51
dc.sourcePeriódicos científicos e revistas FGV
dc.subjectEmpresas brasileiraspor
dc.subjectGlobalizaçãopor
dc.subjectComércio internacionalpor
dc.titleRota inexploradapor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.bibliodataGlobalizaçãopor
dc.subject.bibliodataExportação - Brasilpor
dc.subject.bibliodataBrasil - Condições econômicaspor
dc.identifier.doi10.12660/gvexec.v1n2.2003.34802
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.file34802


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