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dc.contributor.authorFreitas, Maria Ester de
dc.date.accessioned2019-02-28T14:49:10Z
dc.date.available2019-02-28T14:49:10Z
dc.date.issued2006-10-03
dc.identifier.issn1806-8979
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/26470
dc.description.abstractA velhice não é apenas um fenômeno biológico e psicológico. Depende do modo como cada cultura e sociedade concebem o que é ser jovem e velho, bem como a intensidade do valor atribuído a cada uma dessas etapas da vida. Particularmente hoje, com a aceleração do tempo e a apologia da boa forma e da performance, a velhice é repetidas vezes negada. O artigo destaca que ser velho é um destino, e que, na passagem do tempo, é a condição humana que prevalece.por
dc.language.isopor
dc.publisherRAE Publicações
dc.relation.ispartofseriesGV-executivo; v. 5, n. 5 (2006): novembro-dezembro; 56-60
dc.sourcePeriódicos científicos e revistas FGV
dc.subjectVelhicepor
dc.subjectMudança organizacionalpor
dc.titleVelhice como destinopor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.bibliodataVelhicepor
dc.subject.bibliodataEnvelhecimentopor
dc.subject.bibliodataDesenvolvimento organizacionalpor
dc.identifier.doi10.12660/gvexec.v5n5.2006.34197
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.file34197


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