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dc.contributor.authorMinardi, Andrea Maria Accioly Fonseca
dc.contributor.authorSaito, Richard
dc.date.accessioned2018-10-25T18:22:51Z
dc.date.available2018-10-25T18:22:51Z
dc.date.issued2007
dc.identifierhttps://www.scopus.com/inward/record.uri?eid=2-s2.0-84865780297&partnerID=40&md5=bd38b24eed9170e326d0a0abe2664b91
dc.identifier.issn0034-7590
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/24999
dc.description.abstractDe acordo com Pindyck (1988), a maior parte ou mesmo a totalidade dos gastos com investimentos em projetos reais é irreversível. Por isso é vital para a sobrevivência a longo prazo das empresas que elas utilizem seus recursos da melhor maneira possível, alocando-os aos projetos que maximizarão seu valor no futuro. A elaboração de uma lista de projetos a ser implantada por unidade de negócio ou divisão consiste no problema básico de orçamento de capital. Diversas técnicas são utilizadas para selecionar o conjunto de melhores projetos, como Valor Presente Líquido (VPL), payback, retorno médio de investimento, taxa interna de retorno e índice de lucratividade. Os manuais de fi nanças corporativas, como, por exemplo, Brealey e Myers (2005) e Ross, Westerfi eld e Jaffe (2004), são unânimes em considerar a técnica de VPL superior às demais na seleção de projetos de investimento. Para se estimar o VPL, projetam-se fl uxos de caixa que são depois descontados a uma taxa de juros ajustada ao risco. Como as premissas que norteiam as projeções de fl uxo de caixa são incertas, geralmente se utilizam outras análises para dimensionar o risco de divergência dessas premissas em relação ao valor esperado – por exemplo, análise de ponto de equilíbrio, análise de sensibilidade, análise de cenários e simulações de Monte Carlo. Luehrman (1997), o primeiro clássico discutido nesta edição, defende que o valor presente ajustado é a abordagem mais adequada para se estimar o VPL de um projeto. Reconhece, porém, que a metodologia tem limitações para avaliar fl exibilidades gerenciais. Os gestores muitas vezes alteram a estratégia inicial em função de mudanças no ambiente de negócios, aproveitando as fl exibilidades gerenciais existentes. O método do VPL considera que a estratégia inicial será mantida, independentemente das alterações do ambiente de negócios. Por essa razão ele não é adequado para avaliar projetos com fl exibilidades gerenciais signifi cativas, podendo levar à tomada de decisões não interessantes estrategicamente. Trigeorgis (1993), o segundo clássico discutido nesta edição, defi ne que as fl exibilidades gerenciais nada mais são que opções reais existentes no projeto e que, por isso, podem ser avaliadas pela ‘teoria de opções’, de maneira análoga a opções fi nanceiras. O restante deste artigo está estruturado da seguinte maneira. A próxima seção contextualiza o trabalho de Luehrman (1997) ao demonstrar por que o Valor Presente Ajustado (VPA) é superior ao Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) e estende a discussão para análises que dimensionam o risco do projeto. A seção seguinte contextualiza o trabalho de Trigeorgis (1993), explicando as limitações do VPL para avaliar opções reais, mostrando quais são as técnicas para avaliar fl exibilidades gerenciais e as limitações desse tipo de avaliação. A última seção desta Apresentação traz algumas conclusões, discutindo a prática nas empresas e as contribuições brasileiras em relação a esse assunto.por
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesRAE Revista de Administracao de Empresas
dc.sourceScopus
dc.titleOrçamento de capitalpor
dc.title.alternativeCapital budgetingeng
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataAdministração de projetospor
dc.subject.bibliodataOrçamento de capitalpor
dc.contributor.affiliationFGV
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.scopus2-s2.0-84865780297


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