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dc.contributor.authorCintra, Marcos
dc.date.accessioned2018-09-27T17:02:10Z
dc.date.available2018-09-27T17:02:10Z
dc.date.issued2018-06-21
dc.identifier.issn1808-2661
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/24819
dc.description.abstractA crise dos transportes de carga é uma oportunidade para começar a implementar uma reforma tributária. Não aquela reforma que há anos alguns economistas e tributaristas ortodoxos tentam fazer que é juntar meia dúzia de tributos que incidem principalmente sobre o consumo em um único imposto que seria cobrado sobre o valor agregado, criando um IVA. A estrutura continuaria burocrática e teria um imposto com alíquota acima de 25%. A base de cobrança restrita de um IVA não permite uma alíquota reduzida e sua natureza declaratória continuaria impondo custos elevados para as empresas. O peso dos tributos sobre os preços dos bens e serviços se manteria exorbitante como é hoje. A alternativa é unificar tributos utilizando a movimentação financeira como base de cobrança. Considerando a substituição apenas do ICMS, IPI, PIS, Cofins, ISS e INSS sobre a folha de pagamentos a alíquota necessária para manter a arrecadação desses impostos e contribuições, que equivalem a pouco mais de 15% do PIB, seria de 1,5% no débito e no crédito de cada lançamento nas contas correntes nos bancos.por
dc.language.isopor
dc.publisherCorreio Braziliense
dc.relation.ispartofseriesJornal Correio Braziliense
dc.subjectTributopor
dc.subjectImpostopor
dc.subjectImposto sobre movimentação financeirapor
dc.subjectCarga tributáriapor
dc.titleTributos sobre os preços e os caminhoneirospor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EESPpor
dc.subject.bibliodataCombustíveis - Preçospor
dc.subject.bibliodataTributospor
dc.subject.bibliodataGreves geraispor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas (FGV)
dc.rights.accessRightsopenAccesseng


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