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dc.contributor.authorLeal, Fernando Angelo Ribeiro
dc.date.accessioned2018-07-17T14:22:36Z
dc.date.available2018-07-17T14:22:36Z
dc.date.issued2014-10
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/24327
dc.description.abstractA ponderação de princípios é comumente criticada em função de um suposto déficit intrínseco de racionalidade. Neste trabalho, explora-se a possibilidade de uma inversão nos eixos das críticas. Nessa linha, argumenta-se que os principais pontos problemáticos da ponderação e do instrumental metodológico desenvolvido pela teoria dos princípios para conduzir as valorações empregadas nos processos de solução de colisões de princípios - notadamente os esforços de Robert Alexy nesse sentido - não estão relacionados à afirmação da irracionalidade necessária da ponderação, mas nas possíveis pretensões hiper-racionalistas por trás dos métodos que pretendem orientá-la. Nesse sentido, defende-se, por um lado, a plausibilidade dessas críticas a partir de elementos da própria teoria dos princípios de Alexy e, ao final, sugere-se uma possível leitura para o papel que o arsenal metodológico desenvolvido pela teoria pode ter no processo de justificação de decisões jurídicas.por
dc.language.isopor
dc.subjectPonderaçãopor
dc.subjectRacionalidadepor
dc.subjectDecisão jurídicapor
dc.subjectIncerteza e particularismopor
dc.titleIrracional ou hiper-racional? A ponderação de princípios entre o ceticismo e o otimismo ingênuopor
dc.typePapereng
dc.subject.areaDireitopor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::DIREITO RIOpor
dc.subject.bibliodataDireito - Filosofiapor
dc.subject.bibliodataPositivismo jurídicopor
dc.subject.bibliodataDireito - Metodologiapor


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