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dc.contributor.authorBorges, Ana Paula
dc.contributor.authorJoia, Luiz Antonio
dc.date.accessioned2018-04-06T13:13:20Z
dc.date.available2018-04-06T13:13:20Z
dc.date.issued2013-12-01
dc.identifier.citationOrganizações & Sociedade. Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia, v. 20, n. 67, p. 585-602, 2013.
dc.identifier.issn1984-9230
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/20937
dc.description.abstractBased on theoretical approaches concerning the existence of paradoxes associated with the use of technological appliances, this article seeks to identify the existence of ambiguities in the day-to-day use of smartphones by Brazilian executives. The single representative case study method was applied, by analysing a Brazilian company within the pharmaceutical sector, which has a policy of providing smartphones to its senior executives. Data were collected from: questionnaires filled out by fourteen executives of the company in question; in-depth interviews conducted with five of these executives and e-mails sent by them via smartphones over a given period of time. After consolidation and analysis of the data obtained, it was seen that two paradoxes were strongly related to the use of smartphones by the executives in question, namely: continuity vs. asynchronicity and autonomy vs. addiction. Furthermore, three other paradoxes were moderately associated with the use of smartphones by the executives in question, namely freedom vs. enslavement, dependence vs. independence, and planning vs. improvisation. Lastly, the implications and limitations of the research are set forth.eng
dc.description.abstractFundamentado em abordagens teóricas relativas à existência de paradoxos associados ao uso de artefatos tecnológicos, este artigo procura identificar a existência de paradoxos associados ao uso diário de smartphones pelos executivos brasileiros. O método de estudo de caso único foi aplicado analisando-se uma companhia brasileira atuante no setor farmacêutico, a qual tem por política fornecer smartphones a seus executivos seniores. Os dados foram coletados por meio de questionários desenvolvidos a partir dos paradoxos identificados na literatura, os quais foram respondidos por 14 executivos da companhia em questão, entrevistas em profundidade conduzidas com cinco desses executivos e análise de e-mails enviados pelos respondentes via smartphones por um dado período de tempo. Após a consolidação e análise dos dados obtidos verificou-se que dois paradoxos se mostraram fortemente associados ao uso de smartphones pelos executivos em questão, i.e. continuidade vs. assincronicidade e autonomia vs. vício. Além disso, três outros paradoxos se mostraram moderadamente associados ao uso de smartphones pelos executivos em questão, i.e. liberdade vs. escravidão, dependência vs. independência e planejamento vs. improvisação. Ao final, as implicações e limitações desta pesquisa são apresentadas.por
dc.language.isopor
dc.publisherEscola de Administração da Universidade Federal da Bahia
dc.relation.ispartofseriesOrganizações & Sociedade
dc.sourceSciELO
dc.subjectSmartphoneeng
dc.subjectParadoxeseng
dc.subjectMobile technologyeng
dc.subjectSmartphonespor
dc.subjectParadoxospor
dc.subjectTecnologia móvelpor
dc.titleExecutivos e smartphones: uma relação ambígua e paradoxalpor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.bibliodataSmartphonespor
dc.subject.bibliodataTecnologiapor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.identifier.doi10.1590/S1984-92302013000400002
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS1984-92302013000400002.pdf
dc.identifier.scieloS1984-92302013000400002


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