Mostrar registro simples

dc.contributor.authorCrubellate, João Marcelo
dc.contributor.authorVasconcelos, Flávio Carvalho de
dc.date.accessioned2018-04-06T13:13:17Z
dc.date.available2018-04-06T13:13:17Z
dc.date.issued2003-04-01
dc.identifier.citationOrganizações & Sociedade. Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia, v. 10, n. 26, p. 91-105, 2003.
dc.identifier.issn1984-9230
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/20929
dc.description.abstractThe main purpose of this paper is to analyse aspects of the relation between modern organizations and ecological environment, specially some assumptions and limitations not considered in the ecological theoretical paradigms. We propose some foundations to develop a critical approach based on the social systems theory and other sociological frameworks related to the discussions about the reflexive modernity. Trust and social risk, as discussed by authors like Giddens (1991), Beck (1997) and Luhmann (1988; 1989) are the aspects that permit us to relate those different theoretical frameworks. The central suggestion of this paper is that the idea of environmental management has a key function to organizations whose production processes result in ecological damage: to build the necessary legitimacy to their actions, more than to develop a truly ecological conscience.eng
dc.description.abstractO presente artigo tem a intenção central de analisar a relação entre organizações modernas e o problema ambiental, elaborando os fundamentos de uma crítica e reavaliação das várias perspectivas de entendimento da questão ambiental e de seus pressupostos e limitações. Propõe-se alguns fundamentos para essa reavaliação, utilizando como recurso principal a teoria dos sistemas sociais, numa perspectiva neofuncionalista, e agregando também contribuições da discussão sociológica sobre as características do atual estágio de modernização da sociedade. O eixo que permite unir essas duas linhas teóricas é a relação entre confiança e risco social, discussão levada a termo por autores como Giddens (1991), Beck (1997) e Luhmann (1988; 1989). A idéia central deste artigo está na sugestão de que a gestão ambiental possui uma função muito mais relacionada às necessidades de legitimação das organizações envolvidas com a exploração e degradação ambiental do que com a efetiva conscientização e proteção ecológica.por
dc.language.isopor
dc.publisherEscola de Administração da Universidade Federal da Bahia
dc.relation.ispartofseriesOrganizações & Sociedade
dc.sourceSciELO
dc.titleGestão ambiental: uma crítica sistêmica e outras alternativas ao otimismo verdepor
dc.typeArticle (Journal/Review)eng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESP
dc.subject.bibliodataAdministração de empresas - Aspectos ambientaispor
dc.subject.bibliodataEmpresas - Aspectos ambientais - Brasilpor
dc.contributor.affiliationFundação Getúlio Vargas - FGV
dc.identifier.doi10.1590/S1984-92302003000100006
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.identifier.fileS1984-92302003000100006.pdf
dc.identifier.scieloS1984-92302003000100006


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples