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dc.contributor.authorCysne, Rubens Penha
dc.date.accessioned2018-01-09T17:16:45Z
dc.date.available2018-01-09T17:16:45Z
dc.date.issued1997-12-01
dc.identifier.citationCYSNE, R. P. Abertura, produtividade e defesa da concorrência. OEstado de São Paulo, 1 dez. 1997.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/19610
dc.description.abstractEm sua primeira parte, o artigo discorre sobre a difusão de tecnologia proporcionada pelo comércio, para arguir a favor da abertura e globalização. Na segunda parte, argumenta-se que a concorrência internacional, devido aos ganhos crescentes de escala na produção, pode exigir elevada concentração no mercado doméstico, o que deve ser levado em consideração pelos órgãos de defesa da concorrência.Em sua primeira parte, o artigo discorre sobre a difusão de tecnologia proporcionada pelo comércio, para arguir a favor da abertura e globalização. Na segunda parte, argumenta-se que a concorrência internacional, devido aos ganhos crescentes de escala na produção, pode exigir elevada concentração no mercado doméstico, o que deve ser levado em consideração pelos órgãos de defesa da concorrência.Em sua primeira parte, o artigo discorre sobre a difusão de tecnologia proporcionada pelo comércio, para arguir a favor da abertura e globalização. Na segunda parte, argumenta-se que a concorrência internacional, devido aos ganhos crescentes de escala na produção, pode exigir elevada concentração no mercado doméstico, o que deve ser levado em consideração pelos órgãos de defesa da concorrência.Em sua primeira parte, o artigo discorre sobre a difusão de tecnologia proporcionada pelo comércio, para arguir a favor da abertura e globalização. Na segunda parte, argumenta-se que a concorrência internacional, devido aos ganhos crescentes de escala na produção, pode exigir elevada concentração no mercado doméstico, o que deve ser levado em consideração pelos órgãos de defesa da concorrência.Em sua primeira parte, o artigo discorre sobre a difusão de tecnologia proporcionada pelo comércio, para arguir a favor da abertura e globalização. Na segunda parte, argumenta-se que a concorrência internacional, devido aos ganhos crescentes de escala na produção, pode exigir elevada concentração no mercado doméstico, o que deve ser levado em consideração pelos órgãos de defesa da concorrência.por
dc.language.isopor
dc.publisherJornal Estado de São Paulopor
dc.subjectConcorrênciapor
dc.titleAbertura, produtividade e defesa da concorrênciapor
dc.typeArticleeng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.areaFinançaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataPesquisa e desenvolvimentopor
dc.subject.bibliodataBrasil - Comércio - Paraguaipor
dc.subject.bibliodataComércio internacionalpor
dc.contributor.affiliationFGV
dc.rights.accessRightsopenAccesseng


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