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dc.contributor.authorRuediger, Marco Aurélio
dc.contributor.authorTaffarel, Natalia
dc.contributor.authorTaboada, Carolina
dc.contributor.authorCouto, Maria Isabel MacDowell
dc.contributor.authorMaia, Pedro
dc.contributor.authorCalil, Lucas
dc.contributor.authorDias, Thamyres
dc.contributor.authorFaria, Ricardo
dc.contributor.authorRuediger, Tatiana Terra
dc.contributor.authorRoberto, Lucas
dc.contributor.authorLobo, Thais
dc.contributor.authorAsensi, Arielle
dc.contributor.authorGomes, Luis
dc.date.accessioned2017-06-20T18:13:16Z
dc.date.available2017-06-20T18:13:16Z
dc.date.issued2017-06-07
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/18350
dc.description.abstractHá duas semanas uma ação conjunta entre as polícias civil e militar do estado do Pará para reintegração de posse, no dia 24 de maio de 2017, resultou na morte de dez trabalhadores rurais vinculados a movimentos agrários na Fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, região sudeste do estado (a mais de 800 km da capital, Belém). O episódio é mais um capítulo de graves violações de direitos humanos que marcam a história do estado e do país: é o maior número de mortos em um conflito agrário no Brasil desde o massacre de Eldorado dos Carajás, há 21 anos, cidade que fica a apenas quatro horas de distância de Pau D'Arco. Após o ocorrido, a Secretaria de Segurança Pública do Pará divulgou nota afirmando que os policiais civis e militares foram recebidos a tiros quando tentavam cumprir mandados judiciais e que teriam agido em legítima defesa. Testemunhas afirmam que o episódio tratou-se de execução e que os agricultores foram surpreendidos com a chegada dos agentes públicos. A versão apresentada pelos policiais vem sendo contestada, e entidades vinculadas à defesa dos direitos humanos questionam que apenas um lado do suposto confronto foi atingido pelas munições e apresentou ferimentos. O presidente da Comissão de Direitos Agrários da OAB do Pará declarou que 'custa acreditar que dez pessoas sejam mortas e seja um confronto com a polícia'. A ministra de Direitos Humanos, Luislinda Valois, disse em nota que se trata de uma 'chacina' e, como tal, seria 'inaceitável'. O manejo dos corpos após as ações dificultou ainda mais a apuração de detalhes. Na Assembleia Legislativa do estado do Pará (Alepa), o relatório apresentado para a comissão de direitos humanos também aponta questionamentos à versão dos policiais envolvidos na ação.por
dc.language.isopor
dc.publisherFGV DAPPpor
dc.relation.ispartofseriesDAPP Report;por
dc.subjectAnálise de conjunturapor
dc.subjectAnálise de políticas públicaspor
dc.subjectSegurança públicapor
dc.titleMassacre no Parápor
dc.typeReporteng
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.subject.areaCiência políticapor
dc.subject.areaCiências sociaispor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::DAPPpor
dc.subject.bibliodataSegurança públicapor
dc.subject.bibliodataPolíticas públicaspor
dc.subject.bibliodataMassacrespor


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