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dc.contributor.authorBonelli, Regis
dc.contributor.authorPinheiro, Armando Castelar
dc.contributor.authorMatos, Silvia Maria
dc.date.accessioned2014-04-24T12:16:14Z
dc.date.available2014-04-24T12:16:14Z
dc.date.issued2014-02
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/11655
dc.description.abstractO ano de 2014 começou com uma nova rodada de mau humor em relação aos países emergentes, que atingiu seu ápice na virada de janeiro para fevereiro. Como já ocorrera em meados de 2013, um grupo de países, apelidados por um banco de investimento de “os cinco frágeis”, foi especialmente penalizado. Estava formado o BITIS, nosso acrônimo em inglês para o grupo formado por Brasil, Índia, Turquia, Indonésia e África do Sul, primo próximo do BRICS. Ainda que o rótulo “os cinco frágeis” tenha caído no gosto da imprensa, ele tanto esclarece como confunde a análise desta nova fase da crise financeira internacional iniciada em 2007. Não fica muito claro porque limitar a cinco o número de nações afetadas, dadas as dificuldades talvez maiores de outros emergentes não incluídos nesse clube.por
dc.description.sponsorshipInstituto Brasileiro de Economia
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesBoletim Macro-Fevereiro 2014por
dc.titleNervosismo do mercado afeta perspectivas de financiamento e Economia Real (Fevereiro 2014)por
dc.typeTechnical Reporteng
dc.subject.areaEconomiapor
dc.contributor.unidadefgvInstitutos::IBREpor
dc.subject.bibliodataEconomiapor


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