FGV IBRE - Instituto Brasileiro de Economia
O Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) foi criado em 1951. É a unidade da Fundação Getulio Vargas (FGV) que tem por missão pesquisar, analisar, produzir e disseminar estatísticas macroeconômicas e pesquisas econômicas aplicadas, de alta qualidade, que sejam relevantes para o aperfeiçoamento das políticas públicas ou da ação privada na economia brasileira, estimulando o desenvolvimento econômico e o bem estar social do país.
Sub-communities within this community
-
FGV IBRE - Eventos [66]
Collections in this community
-
FGV IBRE - Artigos [26]
Recent Submissions
-
Serviços se recuperam, comércio e indústria desaceleram, inflação não dá trégua
2021-10No Brasil, como de forma geral no resto do mundo, o último trimestre de 2021 começa com a economia colhendo os benefícios do gradual controle da pandemia da Covid-19, em termos do ritmo da atividade econômica e da geração ... -
Há bolha no mercado imobiliário?
2021A indústria da construção civil, um dos setores intensivos em mão-de-obra, que empregava mais de 6,7 milhões de pessoas no período novembro a janeiro deste ano, e responsável por algo ao redor de 6,2% do PIB brasileiro, ... -
Indicadores de clima econômico do mundo e da América Latina pioram no quarto trimestre
2019-10O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina — elaborado em parceria entre o instituto alemão Ifo e a FGV — registrou queda pelo terceiro trimestre consecutivo ao passar de 26,4 pontos negativos, em julho, ... -
Clima econômico piora na América Latina e no Mundo
2019-07O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina — elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV — registrou piora pelo segundo trimestre consecutivo, puxado pela queda no Indicador da Situação ... -
O Brasil lidera a piora do clima econômico na América Latina
2019-04Na Sondagem Econômica da América Latina referente ao mês de janeiro de 2019 e divulgada em fevereiro foi destacada a liderança do Brasil na melhora do clima econômico da região. O cenário mudou. O Indicador Ifo/FGV de Clima ... -
Pandemia e economia entram em nova fase
2021Apesar de todos os percalços, o desempenho da atividade econômica neste segundo semestre continua favorável. O processo de reabertura econômica segue avançando, conforme a mobilidade urbana se normaliza sem aumentar o ... -
Barômetros Globais sinalizam crescimento mais lento no segundo semestre de 2021
2021Em setembro, os Barômetros Econômicos Globais mantêm a tendência de enfraquecimento iniciada em julho, refletindo a desaceleração do crescimento econômico mundial no segundo semestre de 2021. Apesar da queda, os níveis dos ... -
Desafios para a retomada da economia
2021-08O mundo está entrando em uma nova fase, menos assustadora que a do auge da pandemia, mas menos brilhante que a do primeiro semestre. E uma fase com seus próprios desafios No todo, o ambiente internacional ainda permanece ... -
Recessão e retomada de 2020 invertem padrão de ciclos econômicos do passado
2021-02A pandemia da Covid-19 provocou uma recessão mundial e posterior retomada com padrões totalmente diversos das oscilações econômicas do passado. Com a quarentena e o isolamento social, o surto do novo ... -
2021: recuperação após sustentação em 2020
2021-01O ano que se encerrou caracterizou-se pela epidemia e o esforço de reduzir seus impactos sobre a economia e a sociedade. A imprevisibilidade e intensidade do evento fizeram com que diversos países ... -
América Latina na “guerra comercial” entre a China e os Estados Unidos
2020-12A China é o principal mercado de exportação do Brasil desde 2009. A importância desse mercado não parou de crescer ao longo dos últimos anos e passou de 13,7% para 28% entre 2009 e 2019. No ano da pandemia, esse percentual ... -
Pandemia cede, mas recuperação mais expressiva da atividade segue desafiante
2021-07Há algum tempo enfatizamos a importância de se controlar a pandemia para que a economia possa se recuperar do enorme choque trazido pela COVID-19. A segunda onda da pandemia, foi, nesse sentido, uma ducha de água fria no ... -
Atividade melhora no curto prazo, mas a aceleração inflacionária antecipa o fim dos estímulos monetários
2021-06A vacinação segue sendo a principal alavanca da retomada econômica global, cuja robustez tem sido confirmada em indicadores divulgados mais recentemente. Ao todo, pouco mais de um quinto da população global recebeu pelo ... -
Atividade surpreende positivamente no curto prazo, mas incerteza segue alta
2021-05Na contramão dos indicadores antecedentes e coincidentes da atividade econômica, a queda registrada no mês de março pelos principais indicadores do IBGE foi bem menos intensa do que o previsto. Diante disso, se espera um ... -
O mundo acelera, o Brasil desacelera
2021-04Pelos dados da Worldometer, já são mais de 140 milhões de casos e mais de 3 milhões de mortes da COVID-19 registrados no mundo. Mas o que mais chama atenção é que esses números seguem acelerando. -
Piora da pandemia e os seus impactos na economia
2021-03Difícil acreditar que um ano já se passou desde que as medidas de distanciamento social se generalizaram e a pandemia se tornou o foco principal da atenção dos brasileiros. -
Heterogeneidade, volatilidade e incerteza
2021O jogo e as regras continuam os mesmos, mas as peças começam a se mover em novas direções, provocando a mudança de cenários. Em relação à crise sanitária, o ritmo de vacinação vem se tornando o principal determinante do ... -
À espera das vacinas
2021-01O ano começa com a superposição de variáveis de grande impacto operando em sentidos opostos. De um lado, com efeito contracionista, há a segunda onda da pandemia. De outro, há o início do processo de vacinação e a perspectiva ... -
Atualização da estrutura de ponderação do IPC/FGV
2020-01A partir do segundo trimestre de 1966, o Índice de Preços ao Consumidor - IPC para a Cidade do Rio de Janeiro passou a ser calculado com um total de 365 itens de despesas, utilizando-se a fórmula de Laspeyres. Os itens e ... -
Mudanças e ruídos no balanço de pagamentos brasileiro
2019-12Em um par de meses, o déficit em conta corrente de 2018 foi revisto de 0,8% do PIB para 2,2% do PIB e, em 12 meses, o déficit em outubro de 2018 atingiu 3,0% do PIB. Com grandes revisões ocorridas em um curto espaço de ...




















