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<title>FGV IBRE - Instituto Brasileiro de Economia</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/11640</link>
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<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 20:17:21 GMT</pubDate>
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<title>FGV IBRE - Instituto Brasileiro de Economia</title>
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<title>Serviços se recuperam, comércio e indústria desaceleram, inflação não dá trégua</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31240</link>
<description>Serviços se recuperam, comércio e indústria desaceleram, inflação não dá trégua
Campelo Junior, Aloísio; Braz, André Furtado; Pinheiro, Armando Castelar; Duque, Daniel; Senna, José Júlio; Damasceno, Juliana; Pereira, Lia Valls; Ribeiro, Lívio; Garrido, Marina; Ribeiro, Matheus Rosa; Santiago, Mayara; Pessôa, Samuel de Abreu; Bittencourt, Viviane Seda
No Brasil, como de forma geral no resto do mundo, o último trimestre de 2021 começa com a economia colhendo os benefícios do gradual controle da pandemia da Covid-19, em termos do ritmo da atividade econômica e da geração de empregos
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<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Há bolha no mercado imobiliário?</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31196</link>
<description>Há bolha no mercado imobiliário?
Castelo, Ana Maria; Ajzental, Alberto; Picchetti, Paulo
A indústria da construção civil, um dos setores intensivos em mão-de-obra, que empregava mais de 6,7 milhões de pessoas no período novembro a janeiro deste ano, e responsável por algo ao redor de 6,2% do PIB brasileiro, sofreu um duro golpe com a pandemia. No ano passado, o setor amargou uma queda de 7% em sua atividade, segundo dados do IBGE.  Apesar desse tombo, em algumas cidades, especialmente em São Paulo, há um boom de lançamentos imobiliários, tanto comerciais como residenciais. A pergunta que se coloca, com o acirramento da pandemia no Brasil, é se há uma bolha no setor, já que a volta à normalidade da atividade econômica ainda está distante.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Indicadores de clima econômico do mundo e da América Latina pioram no quarto  trimestre</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31175</link>
<description>Indicadores de clima econômico do mundo e da América Latina pioram no quarto  trimestre
Instituto Brasileiro de Economia
O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina — elaborado em parceria entre o instituto alemão Ifo e a FGV — registrou queda pelo terceiro trimestre consecutivo ao passar de 26,4 pontos negativos, em julho, para 28,2 pontos negativos em outubro. O Indicador de Expectativas (IE), positivo desde julho de 2016, recuou no mesmo período de 17,2 pontos para 15,5 pontos. Já o Indicador da Situação Atual (ISA) da América Latina passou de 61,3 pontos negativos para 63,0 pontos negativos entre as sondagens de julho e outubro. Na média de 2019, houve piora tanto das expectativas quanto das avaliações da situação atual da economia na América Latina em relação ao ano passado. Neste ano, o IE médio ficou em 16,7 pontos ante 21,9 pontos em 2018; o ISA fechou o ano com uma média de 52,3 pontos negativos, bem acima dos já fracos 35,3 pontos negativos do ano passado.
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<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Clima econômico piora na América Latina e no Mundo</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31174</link>
<description>Clima econômico piora na América Latina e no Mundo
Instituto Brasileiro de Economia
O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina — elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV — registrou piora pelo segundo trimestre consecutivo, puxado pela queda no Indicador da Situação Atual (ISA), que passou de 47,0 pontos negativos em abril para 67,3 pontos negativos em julho de 2019, uma diferença de 14,3 pontos. O Indicador das Expectativas (IE) registrou melhora e continua positivo, ao passar de 9,2 para 17,2 pontos entre abril e julho.
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<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2019-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Brasil lidera a piora do clima econômico na América Latina</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31173</link>
<description>O Brasil lidera a piora do clima econômico na América Latina
Instituto Brasileiro de Economia
Na Sondagem Econômica da América Latina referente ao mês de janeiro de 2019 e divulgada em fevereiro foi destacada a liderança do Brasil na melhora do clima econômico da região. O cenário mudou. O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina— elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV — após dois trimestres consecutivos de recuperação recuou ao passar de 9,1 pontos negativos para 21,1 pontos negativos entre janeiro e abril de 2019. A deterioração do índice foi &#13;
influenciada pela queda do Indicador da Situação Atual (ISA) e do Indicador das Expectativas (IE). O Indicador das Expectativas (IE) caiu 15,8 pontos ao passar de 25,0 para 9,2 pontos no mesmo período ainda permanece na zona favorável. Já, o Indicador da Situação Atual (ISA) apresentou queda menor, de 9,0 pontos, permanecendo com saldo de respostas negativo.
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<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Pandemia e economia entram em nova fase</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31171</link>
<description>Pandemia e economia entram em nova fase
Campelo Junior, Aloísio; Braz, André Furtado; Pinheiro, Armando Castelar; Duque, Daniel; Senna, José Júlio; Damasceno, Juliana; Pereira, Lia Valls; Ribeiro, Lívio; Garrido, Marina; Ribeiro, Matheus Rosa; Santiago, Mayara; Pessôa, Samuel de Abreu; Bittencourt, Viviane Seda
Apesar de todos os percalços, o desempenho da atividade econômica neste segundo semestre continua favorável. O processo de reabertura econômica segue avançando, conforme a mobilidade urbana se normaliza sem aumentar o número de novos casos e de mortes por COVID-19.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Barômetros Globais sinalizam crescimento mais lento no segundo  semestre de 2021</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31091</link>
<description>Barômetros Globais sinalizam crescimento mais lento no segundo  semestre de 2021
Campelo Junior, Aloísio; Gouveia, Anna Carolina; Picchetti, Paulo
Em setembro, os Barômetros Econômicos Globais mantêm a tendência de enfraquecimento iniciada em julho, refletindo a desaceleração do crescimento econômico mundial no segundo semestre de 2021. Apesar da queda, os níveis dos indicadores continuam elevados e compatíveis com a continuidade da atual fase de retomada da economia mundial.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desafios para a retomada da economia</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/31074</link>
<description>Desafios para a retomada da economia
Campelo Junior, Aloísio; Braz, André Furtado; Pinheiro, Armando Castelar; Duque, Daniel; Senna, José Júlio; Damasceno, Juliana; Pereira, Lia Valls; Ribeiro, Lívio; Garrido, Marina; Ribeiro, Matheus Rosa; Santiago, Mayara; Pessôa, Samuel de Abreu; Bittencourt, Viviane Seda
O mundo está entrando em uma nova fase, menos assustadora que a do auge da pandemia, mas menos brilhante que a do primeiro semestre. E uma fase com seus próprios desafios No todo, o ambiente internacional ainda permanece favorável aos emergentes, mas menos do que o observado no primeiro semestre do ano
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<pubDate>Sun, 01 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Recessão e retomada de 2020 invertem padrão de ciclos econômicos do passado</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30916</link>
<description>Recessão e retomada de 2020 invertem padrão de ciclos econômicos do passado
Oliveira, Luiz Guilherme Schymura de
A  pandemia  da  Covid-19  provocou uma recessão mundial e posterior retomada  com  padrões  totalmente diversos  das  oscilações  econômicas do  passado.  Com  a  quarentena  e  o isolamento  social,  o  surto  do  novo coronavírus  atingiu  muito  mais  o setor de serviços do que a indústria, e  quase  não  teve  efeito  na  agropecuária.  Com  base  nos  processos  de contrações  anteriores  da  economia brasileira, esta Carta procura trazer elementos  que  ajudem  a  entender  a recessão atual.
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<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-02-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>2021: recuperação após sustentação em 2020</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30915</link>
<description>2021: recuperação após sustentação em 2020
Pessôa, Samuel de Abreu
O  ano  que  se  encerrou  caracterizou-se  pela  epidemia  e  o  esforço de  reduzir  seus  impactos  sobre  a economia  e  a  sociedade.  A  imprevisibilidade e intensidade do evento fizeram com que diversos países respondessem   de   maneira   muito diferente.  Não  houve  um  padrão claro de política econômica.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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