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<title>FGV Social - Centro de Políticas Sociais</title>
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<dc:date>2021-11-05T20:43:22Z</dc:date>
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<title>Fome no Brasil não é problema do passado e paupérrimos estão em baixa</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30886</link>
<description>Fome no Brasil não é problema do passado e paupérrimos estão em baixa
Neri, Marcelo Côrtes
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Bossa Older: Trends and lessons from Brazil and its elderly for better social isolation policies</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30885</link>
<description>Bossa Older: Trends and lessons from Brazil and its elderly for better social isolation policies
Neri, Marcelo Côrtes
This article is part of a series in which OECD experts and thought leaders – from around the world and all parts of society – address the COVID-19 crisis, discussing and developing solutions now and for the future. It aims to foster the fruitful exchange of expertise and perspectives across fields to help us rise to this critical challenge. Opinions expressed do not necessarily represent the views of the OECD.
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Juventude e trabalho: qual foi o impacto da crise na renda dos jovens</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30805</link>
<description>Juventude e trabalho: qual foi o impacto da crise na renda dos jovens
Neri, Marcelo Côrtes
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Afinal, o que aconteceu com a desigualdade no imposto de renda</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30804</link>
<description>Afinal, o que aconteceu com a desigualdade no imposto de renda
Hecksher, Marcos; Neri, Marcelo Côrtes
Este artigo avalia os registros administrativos do imposto de renda e a combinação deles com pesquisas domiciliares em termos de crescimento, desigualdade e bem-estar social no Brasil, entre 2007 e 2015. Este último exercício guarda a promessa de adicionar às pesquisas domiciliares valores mais realistas do topo da distribuição de renda. Enquanto a literatura acerca do tema focou nos impactos da combinação destas bases de dados sobre a desigualdade de renda, este artigo avalia suas implicações&#13;
cumulativas sobre bem-estar. Em primeiro lugar, apesar do nível de desigualdade calculado ser maior quando há substituição das rendas mais altas estimadas originalmente nas pesquisas domiciliares, o mesmo exercício de substituição, por construção, também aumenta o nível médio de renda e bem-estar social estimados. Ademais, enquanto o movimento destas estimativas combinadas resultam em uma queda menor de desigualdade do que a observada nas pesquisas domiciliares tradicionais, a tendência de crescimento da renda e do bem-estar social se torna maior. Como a desigualdade cai nas duas bases de dados isoladas a desigualdade total, só não cairá caso a renda cresça mais nos dados do imposto de renda. Por fim, analisamos a ocorrência de uma série de erros de medida advindos deste exercício de combinação de bases de dados e as causas associadas. Em particular, as discrepâncias obtidas entre as taxas de crescimento da renda nos dados do imposto de renda, das pesquisas domiciliares e do PIB.; This paper evaluates income tax return files and their combination with household surveys in terms of growth, inequality and social welfare in Brazil from 2007 to 2015. This last exercise holds the promise to add more realistic top incomes values into traditional surveys. While the previous literature focused on the impacts of these data combination exercises on income inequality, we assess their cumulative welfare implications. First, as the level of inequality measure rises when higher top incomes&#13;
replace previous estimates from surveys, this same exercise increases by construction, the mean and social welfare levels. Second, while the movement of these combined estimates present a slower inequality fall than pure surveys, mean and social welfare growth trends rose faster. Since inequality falls in both data sets in isolation, overall inequality will not fall only if there is higher growth in PIT. Finally, the paper analyses the nature and causes of a series of measurement error issues. In particular, discrepancies between income tax returns, surveys and GDP growth rates.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/10438/30803">
<title>As novas cotas empregatícias para presidiários são adequadas?</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/30803</link>
<description>As novas cotas empregatícias para presidiários são adequadas?
Neri, Marcelo Côrtes
Em 23 de Julho, foi assinado um decreto determinando que empresas contratadas pelo governo federal para prestação de serviços ofereçam cotas para presidiários e ex-presidiários, sempre que os contratos ultrapassarem 330.000 reais. Qual será o efeito da nova legislação?
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Recursos para o setor informal</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/28955</link>
<description>Recursos para o setor informal
Neri, Marcelo Côrtes
O setor informal tem cerca de 42 milhões de pessoas. É um grupo invisível aos olhares das políticas públicas, aos olhares do Estado. Eu creio que a melhor maneira de amainar os efeitos da crise sob esse segmento que está parado é, de alguma forma, estender os benefícios do Bolsa Família.
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/10438/27351">
<title>Qual foi o impacto da crise sobre a pobreza e a distribuição de renda?</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/27351</link>
<description>Qual foi o impacto da crise sobre a pobreza e a distribuição de renda?
Neri, Marcelo Côrtes
A face humana do PIB com dados até junho de 2018. Levantamento sobre quem perdeu mais durante a recessão e depois dela.  &#13;
“Hoje, temos 23,3 milhões de pessoas — mais do que a população do Chile — vivendo abaixo da linha de pobreza de R$ 232 por mês; cerca de 11,2% da nossa população. A miséria subiu 33% nos últimos 4 anos. Foram 6,3 milhões de novos pobres"&#13;
O FGV Social mostra a evolução da pobreza desde antes do plano real até o fim do governo atual. A desigualdade aumentou nos últimos anos? Perdemos os ganhos sociais da última década? Por que a vida do brasileiro piorou? Observando os diferentes grupos (sexo, raça, idade, escolaridade, posição na família, região, etc) quem perdeu mais com a crise? &#13;
O FGV Social possui uma longa tradição em captar as inflexões das séries sociais brasileiras. Somos reconhecidos pela rapidez com que processamos os microdados públicos. Fomos os primeiros a detectar a queda da pobreza desde o plano real e os primeiros a mostrar que no primeiro ano do governo Lula a pobreza cresceu bastante; sendo seguida depois de várias quedas consecutivas. Mostramos também que o Brasil atingiu com antecedência as meta de redução de pobreza das “Metas do Milênio”.&#13;
Veja a pesquisa em &lt;https://cps.fgv.br/Pobreza_Desigualdade&gt;
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<dc:date>2018-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/10438/27349">
<title>Percepções da crise</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/27349</link>
<description>Percepções da crise
Neri, Marcelo Côrtes
Se o mundo de hoje está complexo, o Brasil está ainda mais complexo. Dados subjetivos em escala global trazem luzes sobre valores e particularidades da situação brasileira em curso. Esta pesquisa compara a evolução da percepção dos brasileiros com a de 124 países em alguns dos temas mais sensíveis do contexto atual: medo da violência, descrença no sistema político e falta de confiança estatal. Estes dados colocam o Brasil como o penúltimo pior em cada um desses quesitos entre todos os países pesquisados em 2017 que é o pior ano da série brasileira. Senão vejamos: 68% se sentem inseguros em andar à noite na área de moradia; só 14% acreditam na honestidade das eleições e 82% não confiam no Governo Federal. &#13;
A renovação dos quadros políticos tradicionais manifestada no primeiro turno da eleição de 2018 pode ser compreendida a partir da taxa de desaprovação da liderança política brasileira de 86%. Esta não foi só a maior desaprovação do planeta no último ano, como é a mais baixa da série histórica analisada com mais de 733 casos (leia-se número de países vezes anos pesquisados). Ou seja, um recorde nas séries mundiais no curso da presente década. &#13;
Os extremos assumidos pelas percepções dos brasileiros captadas numa extensa lista de países, incluindo os mais violentos, os mais pobres e etc, sugere situação psicossocial crítica. Por seu vez, a trajetória das séries subjetivas da presente década nos leva a estudar as causas objetivas e subjetivas das manifestações de 2013, um dos principais marcos da sociedade brasileira nas últimas décadas. &#13;
Afim de entender as percepções e as manifestações de rua e a natureza dos desafios à frente, é preciso ter uma visão de prazo mais longo sobre os principais avanços e percalços sociais e econômicos brasileiros. Tomando como pano de fundo indicadores objetivos em escala mundial empreendemos análise da trajetória social brasileira dos últimos 30 anos que corresponde ao período depois da Constituição de 1988. Evidenciamos avanços relativos não só na distribuição de renda, como na educação e na expectativa de vida brasileiras.  Simultaneamente, não fomos capazes de superar limitadores de performance econômica como a produtividade do trabalho e o equilíbrio fiscal. Tudo se passa como se neste período o social tenha avançado sem fundamentação econômica plena. Este descompasso seria indicativo da necessidade de reformas estruturais que alinhem os dois lados da equação socioeconômica, e permitam atender as aspirações brasileiras.&#13;
Veja a pesquisa em &lt;https://cps.fgv.br/percepcoes&gt;
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<dc:date>2018-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/10438/27341">
<title>Como vai a vida? Entendendo a economia da felicidade</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/27341</link>
<description>Como vai a vida? Entendendo a economia da felicidade
Neri, Marcelo Côrtes
O Brasil sofreu a terceira maior queda de satisfação com a vida entre 130 países entre 2014 e 2018. Por que piorou a felicidade geral da nação? Foi a recessão? Desemprego, desigualdade, desilusão com a política também ajudam a explicar? Quem perdeu mais felicidade?&#13;
 Levantamento inédito do FGV Social, a partir dos microdados do Gallup World Poll e nacionais, mostram que a felicidade subjetiva dos brasileiros tem piorado mais que o PIB. Indicadores objetivos de bem estar social, levando em consideração não só o crescimento da renda das pessoas, mas a sua distribuição, ajudam a explicar esta trajetória.&#13;
Veja a pesquisa em &lt;https://cps.fgv.br/felicidade&gt;
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<dc:date>2019-03-20T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://hdl.handle.net/10438/24913">
<title>O risco do pobre</title>
<link>https://hdl.handle.net/10438/24913</link>
<description>O risco do pobre
Neri, Marcelo Côrtes
“Artigo “O risco do pobre” escrito por Marcelo Neri. Publicado no jornal Valor Econômico em setembro/2003. Veja outros artigos em http://cps.fgv.br/notas-para-sociedade”
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<dc:date>2003-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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