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Repositório FGV de Periódicos e Revistas

Arquivos pessoais e arquivos institucionais: para um entendimento arquivístico comum da formação da memória em um mundo pós-moderno

Terry Cook

Resumo


Esse texto explora a continuidade da relevância e da aplicabilidade de princípios e conceitos tradicionais da arquivologia aos arquivos pessoais de indivíduos privados, famílias e grupos, bem como aos arquivos governamentais e institucionais. O texto se inicia através da análise da natureza da teoria e dos conceitos arquivísticos tradicionais que a profissão arquivística venera como "padrões e princípios consagrados". Em segundo lugar, sugere que esses conceitos tradicionais são desafiados por mudanças fundamentais e radicais na natureza das instituições, no suporte dos documentos (principalmente registros eletrônicos transitórios), e no caráter não centralizado de moderna criação e manutenção de registros. Em terceiro lugar, através dessas grandes mudanças, da estrutura pós-modernista da nossa era e de novas pesquisas sobre a história e a natureza da memória, o texto afirma que a noção tradicional do arquivista como neutro, objetivo, guardião passivo de arquivos "inocentes" ou herdados não é mais sustentável. Finalizando, o texto explora como a avaliação, a classificação e a descrição dos arquivos está mudando radicalmente. O resultado deveria ser um novo consenso teórico entre os arquivistas encarregados de fundos institucionais e aqueles encarregados de arquivos pessoais, baseado numa orientação pós-modernista para a profissão, focalizada na formação da memória societal. (p. 129-149)

Palavras-chave


Canadá

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Uma publicação do Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais (PPHPBC) da Escola de Ciências Sociais (CPDOC) da Fundação Getulio Vargas (FGV)
 

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