Fordlândia e Belterra: as cidades de Henry Ford na Amazônia

Autores

  • Antonio Marcos Duarte Jr. UERJ & Ibmec/RJ

DOI:

https://doi.org/10.12660/gvcasosv5n1c1

Resumo

Ao final de 1945, a Ford Motor Company apresenta sérios problemas de gestão. Nesse contexto, Henry Ford II precisa decidir o que fazer com Fordlândia e Belterra, as duas problemáticas cidades construídas por seu avô na Amazônia brasileira.

O caso foi elaborado para utilização em disciplinas na área de finanças corporativas, abordando temas relacionados a análise econômica e de riscos presentes em projetos de investimento.  Pode ser interessante também em diferentes disciplinas que tratem de temas como cultura organizacional, tomada de decisão, gestão internacional de empresas, operações e liderança. Em um momento de internacionalização de várias empresas brasileiras, o caso ilustra alguns problemas que os gestores brasileiros podem enfrentar quando implantando projetos no exterior. 

DOI: 10.12660/gvcasosv5n1c1
http://dx.doi.org/10.12660/gvcasosv5n1c1


Biografia Autor

Antonio Marcos Duarte Jr., UERJ & Ibmec/RJ

Possui graduação em Engenharia Civil e mestrado em Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1989), mestrado em Estatística pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (1989), mestrado e doutorado (Ph.D.) em Matemática Aplicada pela Princeton University (1993). Atualmente é Professor Adjunto do Ibmec Rio de Janeiro e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de consultor de bancos e empresas na área de gestão de riscos corporativos (mercado, crédito, operacional etc.). Tem vasta experiência prática no mercado financeiro brasileiro (Unibanco e Banco Pactual) e internacional (Rep. Corp. of New York), tendo atuado em áreas como gestão de riscos corporativos, private banking, asset management e pesquisa quantitativa, tendo chegado à posição de Diretor Executivo. Foi também o Diretor do Ibmec Rio de Janeiro por mais de seis anos, assim como da Global Association of Risk Professionals. Seus interesses acadêmicos estão nas áreas de Finanças e Controladoria, com foco nos seguintes temas: gestão de riscos, regulação, mercado de capitais, e métodos quantitativos aplicados ao mercado financeiro.

Publicado

01-01-2015

Edição

Seção

Casos