How US-China trade friction affects market opening in China: a comparative analysis between US-Japan and US-China trade friction
Abstract
Since President Trump’s inauguration in 2017, rigorous US-China trade friction has rippled through global economy. Indeed, under President Trump’s America First doctrine, owing to China’s unfair trade practice, China has been the main target of US protectionist trade policy. Nevertheless, US-China trade friction is not the first case happening between the world’s two largest economies. In fact, the latest case of US-Japan trade friction of 1980s was not even far from us. Since the end of World War II, US has facilitated the global free trade system by opening domestic market to the world. However, the economic hegemony of US has therefore been seriously challenged afterward. Japan and China had been the representative challengers respectively in late 20th century and nowadays. By adopting export-oriented strategy and stateled industrial plan, both countries exploited the open market of US while closing domestic market from foreign competition, end up greatly undermining the trade profit of US. US thus inevitably adopted aggressive trade policy to rectify such unfair trade practice. This dissertation attempts to answer how US-China trade friction can affect market opening in China. By drawing lesson from historical US-Japan trade friction, this research identifies three favorable factors for US to virtually open Japan’s market in 1980s. However, through the comparative analysis with US-China trade friction, the favorable scenario is no longer found in current trade friction. Consequently, the conclusion is reached that by adopting similar aggressive trade policy, Trump administration can hardly open Chinese market to the comparable level that US once achieved in Japan, especially regarding to elimination of structural trade barriers. Desde a posse do presidente Trump em 2017, o rigoroso atrito comercial EUA (Estados Unidos da América)-China tem atingido a economia global. De fato, sob a doutrina America First do presidente Trump, devido à sua notória prática comercial desleal, a China tem sido o principal alvo da política comercial protecionista dos EUA. Mesmo assim, o atrito comercial EUA-China não é o primeiro caso a acontecer entre as duas maiores economias do mundo. Na verdade, o último caso de atrito comercial aconteceu entre EUA e Japão na década de 1980 e não está distante desse atual. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, os EUA têm facilitado o sistema de livre comércio global abrindo o mercado doméstico para o mundo. No entanto, a hegemonia econômica dos EUA foi seriamente desafiada posteriormente. O Japão e a China foram representativos desafiadores, respectivamente, no final do século XX e nos dias de hoje. Ao adotar uma estratégia orientada para a exportação e um plano industrial estatal, ambos países exploravam o mercado aberto dos EUA enquanto fechavam o mercado interno da concorrência estrangeira, acabando por minar significativamente o lucro comercial dos EUA. Os EUA, portanto, adotaram inevitavelmente uma política comercial agressiva para retificar tais práticas comerciais desleais. Esta dissertação tenta responder como os atritos comerciais EUA-China podem afetar a abertura do mercado na China. Aproveitando as lições tiradas dos atritos comerciais históricos EUAJapão, esta pesquisa identifica três fatores favoráveis para que os EUA tenham aberto virtualmente o mercado japonês na década de 1980. No entanto, através da análise comparativa com o atrito comercial EUA-China, o cenário favorável não é mais encontrado neste atrito atual. Consequentemente, chega-se à conclusão de que, ao adotar uma política comercial agressiva semelhante, a administração de Trump dificilmente poderá abrir o mercado chinês em nível comparável ao que os EUA alcançaram no Japão, especialmente quanto à eliminação de barreiras comerciais estruturais.
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