FGV Digital Repository
    • português (Brasil)
    • English
    • español
      Visit:
    • FGV Digital Library
    • FGV Scientific Journals
  • English 
    • português (Brasil)
    • English
    • español
  • Login
View Item 
  •   DSpace Home
  • FGV EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo
  • FGV EAESP - Centros de Estudos
  • FGV EAESP - GVpesquisa
  • FGV EAESP - GVpesquisa - Relatórios Técnicos
  • View Item
  •   DSpace Home
  • FGV EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo
  • FGV EAESP - Centros de Estudos
  • FGV EAESP - GVpesquisa
  • FGV EAESP - GVpesquisa - Relatórios Técnicos
  • View Item
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Browse

All of DSpaceFGV Communities & CollectionsAuthorsAdvisorSubjectTitlesBy Issue DateKeywordsThis CollectionAuthorsAdvisorSubjectTitlesBy Issue DateKeywords

My Account

LoginRegister

Statistics

View Usage Statistics

Consumer response to models as reference group symbols in Brazilian advertising (reference group symbols in advertising)

Thumbnail
View/Open
Rel 56-2001.pdf (241.8Kb)
Date
2005-11-24
Author
Jones, Victoria
Metadata
Show full item record
Abstract
While previous studies have shown that advertisements in the U.S. are generally most effective when they match the race of the model and consumer. This study found that Brazilian consumers did not respond preferentially to the model of their own race. They also did not demonstrate white backlash nor prejudice towards Blacks. In fact, the model subjects liked most was mixed-race. Social Identity Theory provides a possible explanation. In the U.S., race is a fixed characteristic. In Brazil, the boundary between races is permeable. Due to this flexibility, Brazilian consumers may employ social mobility strategies, choosing their preferred reference groups among all races rather than just their own.
 
Estudos já feitos nos Estados Unidos mostram que propaganda é mais efetiva, geralmente, quando a raça do modelo é a mesma do que a raça do consumidor. Este estudo mostrou que os consumidores brasileiros não fizeram questão de raça do modelo. Embora, a mais aceito era o modelo mulato. Também nenhuma raça dd consumidor mostrou reação negativo contra dos modelos mulatos ou negros. O Teoria de Identidade Social fornece uma explicação possível. No EUA, a raça é uma característica fixa. No Brasil, a fronteira entre as raças é permeável. Por causa desta flexibilidade, consumidores brasileiros usam estratégias de mobilidade social, e escolham o grupo de referencia preferido dentro de todos as raças, não só de raça deles mesmo.
 
URI
http://hdl.handle.net/10438/2945
Collections
  • FGV EAESP - GVpesquisa - Relatórios Técnicos [417]
Knowledge Areas
Administração de empresas
Subject
Propaganda
Sinais e símbolos
Keyword
Advertising
Resposta dos consumidores
Raça
Teoria de identidade social
Grupos de referência

DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
Contact Us | Send Feedback
Theme by 
@mire NV
 

 


DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
Contact Us | Send Feedback
Theme by 
@mire NV
 

 

Import Metadata