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Gestão de risco e os impactos da instrução normativa CVM N. 550 - análise empírica

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Dissertacao.pdf (1.023Mb)
Data
2009-09-09
Autor
Burlá, Leonardo Andrade de Almeida
Orientador
Gonçalves, Edson Daniel Lopes
Metadados
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Resumo
Este trabalho analisa o efeito da instrução normativa CVM 550 sobre a utilização de derivativos e conseqüentemente a gestão de risco das companhias de capital aberto brasileiras. A resolução exige que as empresas apurem através do valor de mercado os instrumentos derivativos em suas demonstrações financeiras trimestrais. No entanto, a deliberação não prevê tratamento contábil para tais tipos de instrumentos. Assim, é suposto que o efeito da norma deve afetar dois grupos de usuários de derivativos, os hedgers (EH) e especuladores (IS). Os resultados empíricos mostram que o risco incorrido pelas empresas refere-se basicamente à taxa de juros e câmbio. Após a adoção da norma, foram encontradas evidências estatísticas que apontam uma diminuição do uso de derivativos para ambos os grupos. As evidências sugerem que a resolução 550 tem incentivado as empresas a contratarem derivativos com mais prudência o que indica uma mudança na política de gestão de risco. Para o estudo em questão foi utilizada uma amostra de 107 empresas brasileira pertencentes aos 10 grandes setores econômicos do ICB em uma janela de dados de 10 anos (1999 a 2009).
URI
http://hdl.handle.net/10438/2769
Coleções
  • FGV EPGE - Dissertações, Mestrado em Finanças e Economia Empresarial [438]
Áreas do conhecimento
Economia
Finanças
Assunto
Administração de risco
Empresas - Finanças - Regulamentação
Palavra-chave
CVM 550
Exposição a Juros
Exposição ao Câmbio

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