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dc.contributor.advisorAraújo, Aloísio Pessoa de
dc.contributor.authorMoraes, Flávio Luiz Alves Flores de
dc.date.accessioned2019-03-25T15:07:52Z
dc.date.available2019-03-25T15:07:52Z
dc.date.issued2018-12-20
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/27272
dc.description.abstractEsta tese contém três artigos relacionados. Neste trabalho eu investigo empiricamente os efeitos do congestionamento e da morosidade do judiciário sobre o uso e os resultados dos processos de recuperação judicial e falência. No primeiro artigo eu investigo os efeitos sobre a decisão de um credor a respeito de requerer ou não a falência de um devedor em atraso. Eu encontro que os bancos são mais passivos com devedores em atraso localizados em municípios com tribunais mais congestionados, esperando mais tempo desde o default até decidir requerer a falência. Essa evidência sugere que o congestionamento afeta o uso pelos credores de sua proteção legal prescrita pela lei de falências. No segundo artigo eu analiso se o congestionamento dos tribunais afeta as resoluções dos processos. Eu encontro que empresas operando em municípios com tribunais mais congestionados têm uma menor probabilidade de serem liquidadas e saírem do mercado ao final de um processo de recuperação judicial. Adicionalmente, eu encontro que, condicional a sair, o tempo entre o pedido e a saída do mercado é maior onde os tribunais são mais congestionados. Esse artigo traz evidência de um dos possíveis mecanismos de como o congestionamento afeta os resultados e a eficácia de sistemas falimentares. Finalmente, no terceiro artigo, eu investigo se a morosidade afeta o tamanho das empresas em torno da recuperação judicial. Eu encontro que empresas operando em municípios com tribunais mais lentos reduzem relativamente menos o seu nível de emprego nos anos em torno do pedido de recuperação judicial, sugerindo que elas promovem relativamente menos desligamentos de empregados. Esse artigo traz evidência de um resultado real de empresas em recuperação judicial sendo afetado pela qualidade das instituições.por
dc.description.abstractThis paper uses a novel dataset on Brazilian bankruptcy requests to investigate whether the congestion of courts affects a creditor’s decision to request or not the liquidation of a defaulted debtor. Exploiting the large variation in the level of congestion of the courts across the state of S˜ao Paulo, we find that banks are more passive with defaulted debtors that are located in municipalities with more congested courts, waiting longer since default until requesting the liquidation. Implementing an instrumental variable strategy based on the laws that rule the judicial organization, we find results in the same direction. With a simple theoretical framework, we argue that the possible mechanism is that creditors’ recovery in liquidation is lower in less efficient courts, potentially increasing firms’ bargaining power and leading creditors to postpone the decision about requesting the liquidation of a debtor. This evidence suggests that the congestion of the judiciary affects the use by the creditors of their legal protection prescribed by the bankruptcy law.por
dc.language.isoeng
dc.subjectFalênciapor
dc.subjectLeipor
dc.subjectFinanças corporativaspor
dc.subjectCréditopor
dc.titleThe effects of judicial quality on bankruptcy outcomespor
dc.typeThesiseng
dc.subject.areaFinançaspor
dc.subject.areaDireitopor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.subject.bibliodataFalênciapor
dc.subject.bibliodataSociedades comerciais - Finançaspor
dc.subject.bibliodataCréditospor
dc.subject.bibliodataMorosidade da justiçapor
dc.contributor.memberFunchal, Bruno
dc.contributor.memberBraido, Luís Henrique Bertolino
dc.contributor.memberCosta, Francisco Junqueira Moreira da
dc.contributor.memberFerreira, Rafael de Vasconcelos Xavier


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