O Hubble e a lucratividade dos bancos
Abstract
Os bancos brasileiros têm lucros astronômicos”. A frase parece conter uma daquelas verdades que se supõem irretocáveis. Em conseqüência, como grandezas astronômicas exigem instrumentos igualmente astronômicos, os lucros dos bancos são examinados com telescópios de grande poder – o Hubble, de preferência. Mas seria este o instrumento ideal? A simples substituição do modelo para aferição dos ganhos – do ROE (retorno sobre patrimônio líquido) pelo ROA (retorno sobre ativos) – proporciona algumas surpresas.


