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dc.contributor.authorPinto, Daniela Gomes
dc.date.accessioned2018-12-14T16:49:07Z
dc.date.available2018-12-14T16:49:07Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/25786
dc.descriptionLink da pesquisa: http://hdl.handle.net/10438/18320por
dc.description.abstractCom intuito de construir diretrizes para políticas públicas e práticas empresariais no contexto da instalação e operação de grandes empreendimentos na Amazônia, a pesquisa “Diretrizes para grandes obras na Amazônia” utilizou como metodologia levantamento bibliográfico, realização de entrevistas, estudos de casos, além de análise de boas práticas e de recomendações em relação aos temas discutidos por seis grupos de trabalho. Também foram criados espaços de mobilização e articulação, com a participação de quase 350 pessoas representando mais de 130 instituições entre empresas, setor financeiro, governo e sociedade civil. Foram delineadas diretrizes para: planejamento territorial, complementar às medidas e concertações hoje lideradas pelo licenciamento ambiental, levando em conta diferentes visões do território impactado; proposta de instrumentos financeiros capazes de aportar recursos antecipados para investimentos estruturantes e de conectá-los a um legado de longo prazo, colaborando ainda com a governança e a transparência na gestão de recursos; mapeamento de atores e capacidades institucionais a serem fortalecidas; proteção de crianças, adolescentes e mulheres; proteção dos direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas; e destinação e aproveitamento do material florestal oriundo de supressão vegetal autorizada. As diretrizes apontaram caminhos concretos para que, no campo da autorregulação, empresas empreendedoras, construtoras e consultoras inovem em suas práticas. Do lado do setor público, as diretrizes estimulam uma discussão sobre os instrumentos fundamentais na temática em questão, que são os planejamentos regionais e territoriais, bem como o uso de instâncias existentes – e outras a serem criadas – para a construção coletiva de agendas e fortalecimento de capacidades, além do monitoramento do cumprimento das leis. Já para a sociedade civil, as diretrizes apontam caminho para aumentar sua participação nas decisões de planejamento territorial no contexto de grandes obras.por
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofThink Tank edição especial annual reportpor
dc.subjectAmazôniapor
dc.titleDiretrizes para grandes obras na Amazôniapor
dc.typeVideoeng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.contributor.unidadefgvDemais unidades::RPCApor
dc.subject.bibliodataDesenvolvimento sustentável - Amazôniapor
dc.subject.bibliodataSustentabilidadepor
dc.subject.bibliodataDesenvolvimento econômico - Aspectos ambientaispor


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