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dc.contributor.advisorFreitas, Maria Ester de
dc.contributor.authorJob, Fernando Pretel Pereira
dc.date.accessioned2010-04-20T20:48:38Z
dc.date.available2010-04-20T20:48:38Z
dc.date.issued2003-06-30
dc.identifier.citationJOB, Fernando Pretel Pereira. Os sentidos do trabalho e a importância da resiliência nas organizações. Tese (Doutorado em Administração de Empresas) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2003.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10438/2535
dc.description.abstractO presente estudo visa determinar quais os fatores de sofrimento e os fatores de resiliência (de proteção) utilizados pelos trabalhadores de duas unidades industriais de um mesmo grupo multinacional, buscando compreender um pouco mais a relação entre o trabalho, seus sentidos e significados, e a saúde física e mental das pessoas encarregadas de executá-lo, explorando o fato de que os indivíduos, em geral, conseguem evitar a doença e o sofrimento apesar das pressões que devem enfrentar em seu dia-a- dia. O problema fundamental da pesquisa era o de identificar, as causas mais freqüentes de sofrimento entre os trabalhadores de uma empresa e os mecanismos ou fatores de suporte existentes que lhes garantissem obter, através das atividades desempenhadas, o senso de utilidade, conferindo-lhes assim dignidade e a possibilidade de auto-realização. Procurava-se ainda definir, se possível, ações capazes de alterar o destino de sofrimento dos mesmos e favorecer sua transformação, de modo a fortalecer a identidade dos indivíduos, aumentando assim suas resistências aos riscos de desestabilização psíquica e somática. Os resultados indicaram que entre as principais causas de sofrimento nas organizações encontram-se a pressão e responsabilidade do trabalho, a incapacidade de aceitar próprias falhas, a culpa pela desinformação, a falta de tempo para a família, a falta de apoio de pares / superiores, a frustração e a falta de domínio sobre o futuro, a falta de reconhecimento, o “conteúdo significativo' do trabalho insuficiente (pouca liberdade de criação, autonomia das atividades, rotina), tarefas estafantes, repetitivas e pesadas e que demandem esforço físico elevado, doença e suas conseqüências (discriminação, vergonha e sentimento de inutilidade), medo da perda do emprego, obrigação de ter que efetuar cortes, enxugamento ou redução de pessoal e por fim, assédio Moral. Por último, foi possível identificar nas falas dos entrevistados os mesmos fatores de proteção encontrados na literatura clássica sobre sobreviventes de situações traumáticas, conhecidos como fatores de resiliência, isto é: vontade de viver, auto-estima, amor-próprio, respeito próprio, esperança, crença, autonomia, iniciativa pessoal, autodeterminação, busca de significado para a vida, auto-afirmação, preservação da identidade, curiosidade e capacidade de estabelecer bons relacionamentos.por
dc.language.isopor
dc.subjectOrganizaçõespor
dc.subjectSofrimentopor
dc.subjectRecursos humanospor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectResiliênciapor
dc.titleOs sentidos do trabalho e a importância da resiliência nas organizaçõespor
dc.typeThesiseng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.subject.bibliodataQualidade de vida no trabalhopor
dc.subject.bibliodataRecursos humanos - Aspectos psicológicospor
dc.subject.bibliodataSatisfação no trabalhopor
dc.subject.bibliodataResiliência (Traço da personalidade)por
dc.subject.bibliodataSaúde e trabalhopor
dc.subject.bibliodataSofrimento - Aspectos sociaispor


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