FGV Digital Repository
    • português (Brasil)
    • English
    • español
      Visit:
    • FGV Digital Library
    • FGV Scientific Journals
  • English 
    • português (Brasil)
    • English
    • español
  • Login
View Item 
  •   DSpace Home
  • Produção Intelectual em Bases Externas
  • Documentos Indexados pela Scielo
  • View Item
  •   DSpace Home
  • Produção Intelectual em Bases Externas
  • Documentos Indexados pela Scielo
  • View Item
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Browse

All of DSpaceFGV Communities & CollectionsAuthorsAdvisorSubjectTitlesBy Issue DateKeywordsThis CollectionAuthorsAdvisorSubjectTitlesBy Issue DateKeywords

My Account

LoginRegister

Statistics

View Usage Statistics

Identidade, status e instituições internacionais: o caso do Brasil, da Índia e do tratado de não proliferação

Thumbnail
View/Open
S0102-85292010000200008.pdf (150.7Kb)
Date
2010-12-01
Author
Stuenkel, Oliver
Metadata
Show full item record
Abstract
In order to understand how we can explain rising powers' behavior towards international institutions, this article analyzes the case of Brazil, India and the Non-Proliferation Treaty (NPT) in more depth and shows that neither realists nor liberal institutionalists can fully explain both countries' behavior. In the article it is argued that status and identity, both largely overlooked by realism and liberalism, play a key role. Both Brazil and India share a fundamental conviction that they are 'great powers' (or on their way to becoming one), and their decision to integrate into a particular institution depends on this institutions' ability to confer status on the emerging powers that is compatible with the rising powers' identity. As the example of the NPT shows, status and identity override other, more commonly accepted determinants for states' behavior such as security concerns.
 
A fim de se entender como podemos explicar o comportamento das potências emergentes diante das instituições internacionais, este artigo analisa o caso de Brasil, Índia e do Tratado de Não Proliferação com maior profundidade e mostrar que nem os realistas nem os institucionalistas liberais podem explicar plenamente o comportamento de ambos os países. Argumenta-se, no artigo, que status e identidade, ambos amplamente negligenciados pelo realismo e pelo liberalismo, desempenham um papel-chave. Tanto o Brasil quanto a Índia compartilham uma convicção fundamental de que são grandes potências (ou estão no caminho de se tornarem uma), e sua decisão de integrar uma instituição particular depende da habilidade dessa instituição em conferir um status às potências emergentes que seja compatível com a identidade das potências emergentes. Como mostra o exemplo do TNP, status e identidade superam outros determinantes mais comumente aceitos para o comportamento dos Estados, como as preocupações com segurança.
 
URI
http://hdl.handle.net/10438/20800
Collections
  • Documentos Indexados pela Scielo [1195]
Knowledge Areas
Ciência política
Subject
Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (1968)
Política nuclear
Keyword
Identity
Brazil
India
Non-Proliferation Treaty
Identidade
Brasil
Índia
Tratado de Não Proliferação

DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
Contact Us | Send Feedback
Theme by 
@mire NV
 

 


DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
Contact Us | Send Feedback
Theme by 
@mire NV
 

 

Import Metadata