Produtividade do trabalho e custo unitário do trabalho na indústria de transformação do Brasil no período 1996 a 2014
Abstract
The competitiveness of a country, region or industry can be represented through productivity and the Labor Unit Cost (LUC). With productivity being the basis for assessing the nation potential growth, it is pertinent to study the current situation and understand the causes of this situation to allow the development of actions improving these indicators. This thesis brings the evolution of labor productivity and the LUC in the manufacturing industry for the years 1996 to 2014. Using data from the Annual Industrial Survey, the material shows a 19% labor productivity decrease on the manufacturing industry. Thus, 15 of the 20 industry sectors showed a drop in productivity and only 5 sectors showed productivity gains during this period. The thesis also calculates the LUC for the same period and its positive variation of 48% in local currency and 6.63% based on the basket of currencies (effective exchange rate - EER) of the Central Bank. The material concludes that economic weight changes did not affect LUC increase between 1996 and 2014. LUC increase was explained by exchange rate appreciation and increase of wages. A competitividade de um país, região ou indústria pode ser representada através da produtividade e do Custo Unitário do Trabalho (CUT). Nos anos recentes, a queda da produtividade no país foi mascarada pelo boom demográfico e a queda do desemprego. De fato, a incorporação de mão de obra permitiu que o padrão de vida subisse além da produtividade, mas a reversão desses eventos fará com que o PIB per capita do Brasil para as próximas décadas cresça de acordo com a taxa de crescimento da produtividade. Reconhecendo isso, essa dissertação de mestrado avalia a produtividade e competitividade da indústria de transformação no Brasil, no período de 1996 a 2014. O trabalho mostra que houve uma redução de 19% na produtividade do trabalho da indústria de transformação e que 15 dos 20 setores da indústria apresentaram queda na produtividade e somente 5 setores apresentaram ganhos de produtividade no período analisado. O trabalho também calcula o CUT para o mesmo período e encontra uma variação positiva de 48% em moeda local e de 6,63% com base na cesta de moedas (taxa de cambio efetiva real – TCER) do BACEN. Em ambos os casos o trabalho mostra através de uma decomposição que o efeito nível explica mais de 90% da variação do CUT. Na análise setorial é destacada a importância do câmbio na competitividade da indústria brasileira e nos resultados encontrados.
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