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Teste de sustentabilidade e ajuste fiscal no Brasil pós-real

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2117.pdf (216.4Kb)
Data
2005-01-28
Autor
Bicalho, Aurélio
Orientador
Issler, João Victor
Metadados
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Resumo
A sustentabilidade da dívida pública brasileira no período entre dezembro de 1997 e junho de 2004 é testada nesse trabalho. Além disso, estima- se como o governo a justa em valor presente os impostos e gastos futuros diante de um choque nestas variáveis. Para testar a sustentabilidade, dois tipos de testes são aplicados: o primeiro segue a metodologia de coin- tegração presente nos modelos desenvolvidos por Hakkio e Rush (1991) e Bohn (1991); e o segundo baseia-se na reação do superávit primário a mudanças na razão dívida-PIB, como demonstrado por Bohn (1998). Para estes testes, utiliza-se séries como proporção do PIB, pois são as variáveis de relevância para o governo na condução da política fiscal. Os resultados dos três modelos indicam sustentabilidade da dívida pública brasileira. Sob a confirmação empírica de que a dívida é sustentável, o modelo desenvolvido por Bohn (1991) foi aplicado para avaliar como o governo reage a inovações nos gastos ou nos impostos de modo a manter a relação de equilíbrio de longo prazo do seu orçamento. Os resultados indicam que o governo reage com aumento de impostos quando a economia sofre choques nas variáveis fiscais. Isto resulta da exogeneidade fraca dos gastos no modelo de correção-de-erro estimado.
URI
http://hdl.handle.net/10438/146
Coleções
  • FGV EPGE - Dissertações, Mestrado em Economia [489]
Áreas do conhecimento
Economia
Assunto
Política tributária - Brasil
Dívida pública - Brasil
Brasil - Política econômica
Palavra-chave

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