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Crimes no Alemão e na Penha estão mais altos que antes de ocupação por forças de segurança

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estadaocrimesalemao.pdf (685.1Kb)
Data
2014-08-04
Autor
Rogero, Tiago
Metadados
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Resumo
Há mais crimes hoje nos complexos de favelas do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, que antes da ocupação das comunidades pelas forças de segurança, em novembro de 2010. Nos seis primeiros meses deste ano, o total de ocorrências registradas, 6.188, foi 30,1% maior que no primeiro semestre de 2010: tiveram alta crimes como tentativa de homicídio (250%), lesão corporal dolosa (81,8%) e estupro (66,7%). Só este ano, cinco PMs das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Alemão e da Penha morreram em confrontos com traficantes - o maior número de baixas de militares desde a criação do projeto, em 2007. O comandante das UPPs, coronel Frederico Caldas, classificou o último mês de março como 'o momento mais crítico desde o início das UPPs'. Em um só mês, três PMs morreram no Alemão e na Penha, entre eles o subcomandante da UPP da Vila Cruzeiro, tenente Leidson Acácio Alves Silva, de 27 anos. Na madrugada desta segunda, criminosos dispararam contra uma viatura da UPP do Parque Proletário, na Penha. Os PMs revidaram e houve tiroteio, mas não houve feridos ou presos, de acordo com a polícia. Nas últimas semanas, as trocas de tiros têm sido frequentes. Em julho, o teleférico do Alemão chegou a ficar cinco dias fechado, deixando 12 mil pessoas diariamente sem o transporte. Escolas públicas também não puderam abrir e, em um só dia, mais de 10 mil crianças e adolescentes ficaram sem estudar.
URI
http://hdl.handle.net/10438/13279
Coleções
  • FGV DAPP - Artigos de Jornais e Revistas [275]
Áreas do conhecimento
Ciência política
Assunto
Violência - Rio de Janeiro (RJ)
Unidade de Polícia Pacificadora (Rio de Janeiro, RJ)
Políticas públicas
Palavra-chave
Segurança pública
Análise de rede
Redes sociais
UPP
Violência

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