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O endividamento direto e o spread bancário ao longo dos ciclos econômicos: o caso das firmas brasileiras e a crise de 2009

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Tese_AFP_MPFE_VersãoFinal.pdf (431.7Kb)
Data
2014-12-19
Autor
Pestana, André Fava
Orientador
Sanvicente, Antonio Zoratto
Metadados
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Resumo
A concessão de crédito bancário demanda esforço do agente credor que se dedica de forma ativa na obtenção de informações relativas à firma, até então não disponíveis ao público. Dado o hold up power do banco detentor de informações não públicas, este deveria poder cobrar spreads mais altos do que seria justificado unicamente pelo risco de crédito do tomador ao longo dos ciclos econômicos, sendo tal dinâmica mais acentuada em cenários de crise. Testa-se aqui esta hipótese e para isso são comparadas as variações do spread bancário médio da dívida de empresas brasileiras com diferentes composições de endividamento, levando-se em conta sua dependência do crédito bancário. Foram criadas: i) uma variável dummy identificando o acesso ao crédito direto para que se pudesse avaliar o seu efeito nos spreads; ii) outra dummy identificando cenários de recessão que permite avaliar o impacto do ciclo econômico nos spreads e iii) dummy interação que viabilizou o estudo do efeito combinado das duas variáveis anteriores. Fatores de risco individuais da firma, tais como tamanho, nível de alavancagem e sua natureza em termos de restrição a crédito foram controlados na análise. Os dados foram organizados em painel com os quais foi montada regressão linear valendo-se da técnica Estimated Generalized Least Squares (EGLS), alternativa ao Least Squares (LS) clássico. Encontrou-se evidência estatística de que em cenários de recessão econômica o acesso ao mercado direto de crédito traz efeito benéfico sobre os spreads bancários pagos pelas firmas.
 
Banks, as diligent agents, actively monitor their debtors in order to obtain a precise assessment of their financial position. This monitoring stance usually allows them to access non-public information regarding a firm and its business, and acquire hold up power in the credit granting activity. This hold up power is believed to allow banks to charge the firm higher interest rates than otherwise would be justified by the company’s credit risk profile through the economic cycle, mainly during recessions. The presence of hold up power is tested on this paper in businesses more or less dependent on bank credit. By comparing the evolution of bank spreads paid by Brazilian public companies with and without access to the corporate bond market and through the economic cycle comprising the 2009 crisis, some insight is gained on the impact of an economic downturn and of holding corporate bonds in reducing the bank’s hold up power and hence the spreads paid by the company. Data from 50 firms for the years 2007 to 2013 were organized in a panel and modeled using the Estimated Generalized Least Squares (EGLS) technique, as an alternative to the classic Least Squares (LS) technique. The dummies, i) access to corporate bond credit, ii) economic recession and iii) interaction of the 2 previous variables were created and tested after controlling for firm specific factors such as credit restriction, firm size, leverage, etc and statistical evidence was found supporting the intuition that having access to the bond market can reduce the bank spreads during recessions.
 
URI
http://hdl.handle.net/10438/13006
Coleções
  • FGV EESP - MPFE: Dissertações, Mestrado Profissional em Finanças e Economia2 [992]
Áreas do conhecimento
Economia
Assunto
Mercado de capitais - Brasil
Debêntures - Brasil
Sociedades comerciais - Finanças
Taxas de juros - Brasil
Palavra-chave
Economic cycle
Bank credit
Economic recession
Bank spreads
Hold up power
Spread bancário
Crédito bancário
Ciclo econômico
Recessão econômica

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